13/04/2012
Perdão
É tão estranho...
Tão estranho na minha cabeça
Pela primeira vez é o seu mundo que sangra
Agora eu encontrei o alvo
Não me devia ter proposto paz
Pois eu declaro guerra
Agora que encontrei o seu ponto fraco
Agora que você não me pode enxergar
Posso aproveitar-me do seu sangue
Me deleitar com seu sofrimento
A sua doce miséria
Como tripas ensanguentadas, vomitadas no chão
Atropeladas por rodas de carruagem
Definhando no bico de um abutre
É isso o que você é, um vômito no bico de uma ave
No seu leito de morte, agora você pode me ceder o seu sangue
Você não me viu por trás
O punhal em suas costas não dói? Então percebe como me senti
A ignorância ronda pela cidade chorando e vagando sem direção
Tal como você esfregou um mundo contra a minha face
Agora lhe arranco a garganta
Agora lhe arranco as artérias
E seu sangue escorre como um líquido divino na boca de um demônio
É a primeira vez que você sangra de verdade
É a primeira vez que o seu mundo caiu...
É a primeira vez que tenho a chance de te derrubar
E eu juro
Não falharei.
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