31/07/2011

Texto integral extraído do site GNOSIS ONLINE - SÍMBOLO DE CONTATO COM OS VENUSIANOS 
Existem símbolos universais em todo o Cosmo, símbolos que representam também uma energia sagrada, como é o caso da energia divina do planeta Vênus.
 


Na Terra, o símbolo de Vênus é um círculo sobre uma cruz, ao contrário do símbolo da Terra, que é o de uma cruz sobre um círculo. (Sabemos que o círculo simboliza o espírito e a cruz, a materialidade, portanto, o símbolo da cruz sobre o círculo representa a vitória da matéria sobre o espírito, do Ego sobre a Essência; já o círculo sobre a cruz quer dizer que os seres humanos do planeta Vênus se autorrealizaram espiritualmente, que o Ser venceu o Egoísmo.)
O símbolo sagrado que agora divulgamos pelo GnosisOnline foi primeiramente ensinado pelo venerável mestre Rabolu, um dos principais discípulos gnósticos de Samael Aun Weor, o fundador da Gnose moderna.
Rabolu teve contato físico e astral com venusianos, que o visitaram no principal templo gnóstico da Colômbia, na década de 70, e o levaram, fisicamente, ao planeta Vênus.
Os venusianos, seres de altíssimo grau de consciência espiritual, eliminaram totalmente o ego de sua psique e vivem um paraíso de felicidade, e eles desejam que nós, os habitantes da Terra, sintamos a mesma felicidade espiritual que a totalidade dos venusianos sentem.
Rabolu recebeu inúmeros ensinamentos, e um dos presentes recebidos por esse grande mestre foi o símbolo de comunicação com os habitantes venusianos.
Quando pintamos esse símbolo e realizamos os mantras sagrados Solin Sala Ra para a invocação dos Irmãos do Cosmo, os venusianos sentem-se no dever de vir nos ajudar, não os venusianos que vivem no planeta Vênus, mas os que aqui cumprem alguma missão.
Sabemos que diversas pessoas foram contatadas pelos venusianos, entre eles o famosos contatados George Adamski e Salvador Villanueva Medina.
Como se pode realizar uma prática com esse símbolo de contato com os venusianos? Há duas formas: uma desenhando-o no chão, ou em um cartaz, e colocando-o no chão e realizando os mantras já ensinados e mentalizar que nossa invocação se dispersa pelo espaço sideral até alcançar os Irmãos do Cosmo. A outra forma é desenharmos um círculo de grandes proporções no chão e 9 pessoas se deitarem no chão, com a cabeça voltada para o centro, e realizar a prática do mantra sagrado.
Eis, então, estimados irmãos, o símbolo sagrado para chamarmos a atenção dos Irmãos do planeta Vênus. Boa sorte em vossos exercícios de Comunicação com os Extraterrestres.
O símbolo de contato com os Venusianos consiste de um círculo perfeito, tendo 9 cruzes (ou 9 pessoas deitadas, de braços abertos) dentro dele, todas com a cabeça voltada para o centro desse círculo.

30/07/2011

A morte da dama de metal (Parte 3)

Hoyagnnochitt

   - Mas, queria saber se vocês podiam me dar uma carona, sabe... É que eu sou mais famosa que ela, isso irritou ela porque as pessoas podem começar a dar mais atenção a minha opinião que a dela, ou seja: Zahinna Mahushi está tentando me matar, meu holograma no quarto pode tê-la enganado pelo resto da noite, mas quando o sistema todo congelar e meu holograma não estiver lá, ela vai me caçar como se eu fosse um rato! Eu quero ir para o mais longe possível daqui... Sabe... Tipo para Hoyagnnochitt, sabem onde fica esse planeta?
   - Eu sei - Mike disse com dificuldade enquanto levantava devagar do chão - Indico pra vocês o caminho
   - Valeu
O chão era todo azul, que fofo
   - HAHAHAHA! Ok, né Mike? Já vai começar a dar em cima da Cloe! - Falou Jytreukhog, ele tinha pele verde, olhos vermelhos, algumas sardas verde-escuro e cabelos longos e pretos
   - Eu não estou dando em cima dela!! Por acaso alguém mais aqui sabe onde fica essa merda de planeta?
   - Ei, calma aí, caras - Falou a Tuyk se colocando entre os dois garotos
   Hoishhynagh se direcionou pra o painel de controle perto do volante, ele tinha uma pele azulada, completamente lisa e limpa, tinha moicano roxo e olhos amarelos
   - Então vem logo, Mike, mostra por onde é Hoyagnnochitt
   Mike sentou-se no banco do motorista e começou a dirigir, dizendo impaciente ao seu amigo o que fazer enquanto ele dirigia. Então, quando enfim Mike terminou de citar o caminho a ser seguido pelo seu atual co-piloto Hoishhynagh, o fez traçá-lo no mapa holográfico no painel de controle e em seguida, ativou o piloto automático, eu caminhei meio triste, até uma das janelas daquela casa motorizada voadora, fiquei observando as estradas quase completamente cobertas por carros dirigindo no automático, todos com a mesma velocidade, separados por milímetros de distância, e quando eu finalmente chegasse à Hoyagnnochitt? O que eu faria? Zahinna tentaria me matar assim que descobrisse, mesmo que demorasse, eu só iria ali para ganhar tempo, mas e depois? Eu sei lá o que eu faria...
   - Então... - Moerth se aproximou de mim - O que você vai fazer quando chegar à Hoyagnnochitt?
   - Eu não sei...
Eu estava passando pela grande metrópole de Jinnahkoll, do
planeta HywEettol
   - Você não vai parar com a sua carreira de cantora, não é?? Quer dizer... A sua música inspirou essa banda e você tem a melhor voz já escutada desde Kalleshuni Phong - Eu me senti tão emocionada, ninguém jamais havia me comparado com a grande Kalleshuni! - E sinceramente, eu não aguentaria se a sua carreira acabasse
   - Muito obrigada pela consideração, sério mesmo, mas dizer isso só me assustou mais, eu não tenho idéia do que vou fazer quando chegar lá, e eu espero não ter que parar de cantar e atuar pois são as coisas que eu mais gosto, e eu acho que é exatamente o que eu vou ter que remover da minha vida
   - Sei... Jytreukhog e Mahiuko podem me ajudar a superar, mas vai ser uma honra passar um tempo com você como hospede aqui antes da sua carreira acabar
   - Valeu, acho que agora eu me sinto até melhor, mas vou ter que arranjar outra coisa para fazer da vida se eu quiser sobreviver
   - Bem... Acho que tudo o que eu posso dizer agora é boa sorte, mas você vai se dar bem - Ele me deu um soco amigável no braço e saiu, coisa de menino, vai entender...
Cantar é a melhor coisa do mundo
   Passaram-se alguns dias, e eles já acostumados comigo dormindo no sofá se tornaram grandes amigos meus, mesmo que em tão pouco tempo, menos o Mike, o Mike parecia ter uma certa queda por mim, e se mostrava nervoso sempre que ia falar comigo, então não era tão próximo quanto o resto da galera. 
   - A gente está quase chegando - Disse Jytreukhog olhando a trajetória do mapa quase completa e avistando um pequeno ponto colorido - Bom, vamos sentir saudades. A gente se fala no Spacial Messenger? 
   - Claro - A gente se abraçou
   - Se a gente puder, a gente te visita um dia desses, certo? - Falou Mahiuko quase chorando
   - Com certeza.
   - Até hoje - Começou a Tuyk - Eu só tive amigos homens, que são esses bocós que moram comigo e são basicamente a minha vida, mas quando eu fiz amizade com uma garota pela primeira vez, vi quanta diferença existe. Cloe, você é minha melhor amiga, e eu não estou dizendo isso só porque você é uma celebridade, eu falo de coração - A gente se aproximava cada vez mais do planeta
Todo mundo estava chorando, as lágrimas da
Tuik são meio gosmentas... É da espécie dela.
   - Amiga, eu vou sentir tanta saudade!! - Eu pulei abraçando-a com os olhos cheios de lágrimas, havia passado dez dias com eles, mas parecia que nós já nos conhecíamos a uma eternidade
   - Olha, eu só posso te dizer uma coisa: Sua música vai fazer muita falta por aí. - O Hifoghysh mostrou pra mim um cumprimento secreto à distância que havíamos criado e eu correspondi com o mesmo
   - Você trouxe pra todo mundo aqui, Cloe, uma amiga muito boa, e não é só por ser uma celebridade, você realmente é gente fina - eu e Hoishhynagh demos um super abraço de urso um no outro. Todo mundo começou a chorar e falar um monte de coisas ao mesmo tempo, quando o Mike resolveu falar alguma coisa para mim
   - Cloe, eu preciso te dizer uma coisa que... - Mas antes que ele pudesse terminar a frase, a porta foi arrombada, e quem eu já devia esperar entrou na nave com um monte de guardas que seguraram os meus amigos pelos braços e pernas: Zahinna Mahushi.
   - Cloe Lagh Hashitta! Espero que tenha sentido saudades da sua querida mamãe! - Berrou
   - Nem um pouco! Tenho uma família de amigos maravilhosos que fazem da minha vida um paraíso! Diferente do que VOCÊ fez desde que eu tinha três anos, que me faz agir feito uma princesinha mimada! - Nesse momento, lembrei que ainda portava a minha coroa na cabeça, como sempre, pois ela era conectada à minha pele através de uns microrganismos que a forçavam por baixo a grudar na primeira coisa que tocasse. Revoltando-me contra o poder da coroa, eu a arranquei de minha cabeça, mesmo que doesse muito, a joguei no chão e pisei, esfregando o meu pé em cima daquele artefato que agora era motivo de vergonha para mim, ser a sucessora daquele monstro.
   - Que bom que não sentiu minha falta, POIS VAI SENTI-LA NO INFERNO!! - Ela levantou uma agulha com um líquido inconfundível dentro: O néctar da maçã do planeta Kornockinea, só é comestível para os Kornockineannos, mas para muitos dos demais planetas, inclusive o meu, é um veneno mortal, e estava óbvio que ela queria injetar aquilo no meu pescoço
   - Nem pensar, sua vadia!!
   Quando ela se aproximou de mim para tentar me matar com o néctar, eu desviei para a esquerda e consegui arrancar de seu bolso o controle dos circuitos robóticos dos guardas, apertei uma ordem de botões, que se pressionados pelo tempo certo explode suas cabeças, havia me livrado dos guardas, mas meus amigos começaram a querer atacar Zahinna, se eles morressem com o néctar, eu jamais me perdoaria
   - IDIOTAS, PAREM DE ATACÁ-LA! VOCÊS VÃO MORRER!! - Mas ela berrou:
   - NÃO SÃO ELES QUE EU QUERO!!!
   Ela correu e saltou na minha direção, por sorte eu abaixe na hora que ela me acertaria com a agulha, Zahinna passou direto e quebrou uma janela atrás de mim, todos os itens da sala voaram para o espaço, e meu casaco, automaticamente levantou seu capuz com capacete de oxigênio, mas a Zahinna não esperava parar no espaço, pois havia conectado um túnel à nossa nave para arrombá-la, ela nunca espera que eu lute bem, ou que faça algo direito, então deduziu que eu jamais conseguiria vencê-la e que era só chegar aqui e matar a mim e aos meus amigos, seria simplesmente fácil, e veio sem capacete automático embutido na roupa. Ela desesperou-se no espaço, e após  o desespero, sem oxigênio ela flutuava sem vida na escuridão, eu observei sua cara, morta. Quase me entristeceu pois ela que me criou desde que fui levada à porta do castelo numa cesta quando tinha um ano. Mas não chegou a isso, ela sempre me tratou como inútil, e me sentia grata por sua morte
   Pouco depois disso, senti algo segurando minha mão, seus dedos se entrelaçavam com os meus e cruzamos nossos braços, era o Mike, eu havia percebido o que ele quis dizer com tudo aquilo, e a minha resposta à sua 
proposta não podia ser menos que sim.

24/07/2011

A morte da dama de metal (Parte 2)


   As rodas passavam suavemente pelo carpete sem fazer muito barulho, ela não ouviria nada, pois a audição da espécie dela não era muito boa, mas logo as rodas chegaram ao ouro da sala de estar, fazendo um barulho alto e agudo, corri para a parede, abri uma das caixas de força e ativei o meu holograma no quarto. Zahinna Mahushi, tendo ouvido a minha voz, fechou a tranca e desativou o modo automático por dentro usando o controle remoto, o que fez um grande barulho e me deu tempo de sair daquela casa, ativei os jatos do meu tornozelo, deslizando pela terra, era a primeira vez nos últimos dois anos que eu podia ter contato com a natureza. Mas me lembrei, poucos centímetros a frente, aquela terra acabava, simplesmente por estar elevada através de um material metálico, similar aos troncos das árvores KAnnigsha do meu planeta, antes aquilo era para impedir que os ladrões, sequestradores, etc. entrassem, mas agora estava me impedindo de sair, se eu voasse, minha madrasta me veria e me exterminaria, se eu pulasse... Olhei para baixo, tinha uma nave ali! E não era dos seguranças! Eu só precisava pedir uma carona! Eu estava salva!
   Pulei na beirada da nave, consegui me pendurar até a parte de baixo, onde fica a porta daquele modelo de nave. Eu me segurei em dois cabos que estavam soltos e usei toda a força das minhas pernas para abrir a porta à força. Ela fez um pequeno estrondo, seguido da aparição de algumas faíscas soltando, mas logo se normalizou. Eu entrei, era uma casa muito bonita por dentro, havia à minha direita um enorme sofá roxo acompanhado de poltronas verdes e uma mesa de centro prateada, não parecia ter porta para a cozinha, ela estava bem ali, uma geladeira, uma bancada e um forno de nano-ondas, claro, bem no centro do local, tinha uma mesa de jantar. Eu esperaria ali até alguém entrar naquela casa flutuante, para me dar uma carona até bem longe dali e me esquecer de vez, sentei em uma cadeira, vi que tinha um painel de controle e um volante com a chave encaixada nele, mas resisti à tentação de fugir ali naquela nave mesmo, continuei olhando ao redor e notei uma porta. Caminhei devagar até ela e a abri com delicadeza, encontrei três beliches à jato, uma escrivaninha e um armário, estava uma bagunça, percebia-se que eram meninos que moravam ali por causa das cuecas espalhadas que me deram náuseas, mas também tinha cereal derramado no chão, vidros quebrados e muita, mas muita água (espero) espalhada por lá. Normalmente não gosto de arrumar o que já me parece arrumado, mas quando chego em um lugar bagunçado ao extremo, é como se eu magicamente ganhasse uma obsessão louca por limpeza, então comecei a arrumar, ao fim de tudo, o quarto estava limpo e a pinça eletrônica cansada de pegar cuecas, meus braços doíam, e se minhas pernas fossem reais estariam tremendo, me direcionei até a sala e deitei no sofá para tirar uma soneca, a mãe dos caras certamente chegaria com eles e me ajudaria, ou me expulsaria e eu teria arrumado o quarto deles para nada, mas eu estava tão cansada que esperei pelo melhor
O sofá era bem confortável
   - Opa! O que temos aqui? - Falou uma voz masculina à distância enquanto eu dormia, estava muito cansada, não conseguia raciocinar nada - Parece que é uma celebridade deitada no nosso sofá, o Mike gosta!
   - Vai devagar aí, grandão - Era uma voz um pouco parecida - Ela é muita areia pro seu caminhãozinho
   Do nada, um monte de garotos começaram a rir, e essa risada virou uma discussão bem alta, mas ainda não havia me acordado completamente, eu ouvia suavemente uma voz feminina no meio da briga, até que alguma coisa me tocou, eu me assustei, agi por impulso, pensei que algo ia cair em cima de mim, interpretei como uma agressão e comecei a dar um monte de socos e chutes no que eu nem via o que era, quando finalmente me dei conta do que estava fazendo, parei de bater em seja lá quem fosse, era um garoto, muito provavelmente de Yashohilonro, meu planeta vizinho, as espécies de lá eram bem parecidas com as do meu planeta, ele tinha cabelo ruivo, olhos completamente pretos, como os meus, mas tinha uma pele lilás, o que era típico no seu planeta, como outros tons de pele tipo azul piscina, bege e verde neon, mas não no meu, exceto pelo bege, que é muito comum sim.
   - Ai meu deus!!! - Berrei quando parei de espancá-lo - É o proprietário da casa! Me desculpa! Eu sempre agi por instinto durante o sono! Não é normal me tocarem enquanto eu estou dormindo, então eu me assusto! FOI MAL MESMO!!!!
Kaihannigha Tuyka
   - Ah, eu te agradeço por tê-lo espancado - Falou a garota que eu pensei ter ouvido durante o meu sono - Ele é o meu irmão e hoje deu um ataque de pelanca porque não achava a palheta da guitarra dele e bagunçou o quarto todo, depois começou a quebrar alguns aquários, o que nos forçou a colocar as águas-vivas num saquinho plástico. Enfim, ele mereceu, agora sou mais fã sua ainda, meu nome é Kaihannigha Tuyka, mas pode me chamar de Tuyk, o meu irmão é o Mike, e esses são o resto da banda, Hoishhynagh e Jytreukhog são de Marte, da Via láctea, Hifoghysh, Moerth e Mahiuko são de Zehillo Makettoz, de Andrômeda - Eu sorri para Tuyk. Ela tinha apele bege, cabelo rosa e estava com um casaco lindo de ursinho da Terra, e por baixo (que ironia) uma blusa de ''I love Earth''. Eu já estive na Terra e amei, até tenho uma blusa igual, mas agora tinha que ir direto ao assunto e pedir carona para algum lugar longe

Como ficar mais inteligente

10. Coma peixe


Peixes oleosos são ricos em DHA, um ácido graxo Omega-3 responsável por 40% da formação das membranas celulares e podem melhorar a neurotransmissão. O DHA é necessário para o desenvolvimento do cérebro do feto e vários estudos ligaram dietas com bastante peixe à redução do declínio mental com a idade avançada. Mas antes que você morda a isca saiba que estes estudos se basearam no que as pessoas lembravam sobra as suas dietas, uma tarefa que cheia a peixe. Testes com Omega-3 em ratos não mostraram melhora nas habilidades cognitivas.







9. Beba chá




A cafeína do chá verde e preto faz o corpo pegar no tranco e afia a mente. Não é bom beber café e energéticos. Para um ganho cerebral excelente faça pausas regulares para beber chá. Doses pequenas durante o dia são melhores do que tomar uma única grande dose.











8. Sem pânico




Enquanto um leve nervosismo pode melhorar o desempenho cognitivo, períodos de estresse intenso nos transformam em neandertais. Tente controlar a sua respiração.











7. Mais devagar




Não existe o fenômeno anunciado por aí chamado de “leitura dinâmica”. Ao menos se o seu conceito de “leitura” significa compreender o texto. Estudos mostram que os leitores rápidos vão muito pior quando questionados sobre o texto. A resposta motora da retina, e o tempo que a imagem leva para ir da mácula para o tálamo e em seguida ao córtex visual para processamento, limita os olhos para cerca de 500 palavras por minuto, em eficiência máxima. O estudante universitário comum alcança,cerca da metade disto.

6. Mantenha-se afiado




Pesquisadores italianos descobriram que pessoas que tem mais de 65 anos que andam cerca de 9 km por semana em passo moderado tem 27% menos chance de desenvolver demência do que adultos sedentários. Os pesquisadores pensam que exercícios possam melhorar o fluxo sanguíneo no cérebro.











5. Pratique




Pratique os tipos de questões que aparecem nos testes de inteligência. Ao se preparar para problemas verbais, numéricos e espaciais, típicos dos exames psicrométricos, você pode melhorar o seu escore.











4. Zzzzzz




Tirar uma soneca rápida no escritório pode deixar seu chefe irritado?Informe-o que você, na verdade, merece uma promoção de acordo com os últimos resultados dos estudos sobre o sono. Um breve cochilo pode melhorar a sua memória, mesmo que dure apenas seis minutos.







3. Jogue videogame




Todo mundo que implorou por um videogame agora vai conhecer o melhor argumento para conseguir um: “Você não quer que eu tenha uma coordenação visual e motora inferior, quer?” Agora você pode falar que alguns jogos o tornam mais inteligente assim como o Brain Age, da Nintendo. Depois de esforços cuidadosos os jogadores “sentem seus cérebros rejuvenescerem”.





2. Exercícios

Estudos mostram que estudantes que praticam exercícios aeróbicos regulares ajudam a construir matéria cinza e branca no cérebros de adultos mais velhos. Em crianças o ponto alto foi o de levar a melhores performances em exames cognitivos.









1. Descubra




Aprender novas coisas pode reforçar o cérebro, especialmente se você acredita que pode aprender novas coisas. É um círculo vicioso: Quando você pensa que está tornando-se mais inteligente, você estuda mais, criando mais conexões entre os neurônios.

Minha vida é muito impossível



   Pode ser drama de adolescente, pode ser TPM, pode ser minha personalidade rebelde e emotiva agindo, mas minha vida tá uma merda, sempre foi uma droga, eu só não tinha percebido ainda que era infeliz. São sentimentos complexos, pessoas complexas, coisas simples que eu deixo complexas com o drama, eu sou complexa, adolescentes são complexos MINHA VIDA É UM ENIGMA, PORRA!!!!

22/07/2011

Tenho certeza que nunca serei como as outras pessoas



   Fico pulando, dançando e cantando coisas ridículas em público, acho que eu sou a extrovertida. Xingar é só mais um jeito de dizer aos meus amigos que os amo muito! Acho que eu sou a esquisita. Eu sou esquisita, eu sei, mas francamente, me respondam: Qual a graça que vocês tanto vêem em ser normal? O que se tem para fazer quando você é normal? Conversa de hospício com os amigos é que não pode, né? Sinto pena dos normais que nunca vão ter a chance de experimentar a sensação de fazer algo estranho sem levar em conta os olhares e pensamentos alheios. Como um dia, pessoas normais experimentariam um doce e frio plano maligno passando por suas cabeças... Se são normais? Como um dia, uma pessoa pode ser feliz e normal? O que você faz quando você é normal? Conversar sobre celebridades, roupas e fofocas do seu colégio/faculdade (êê...)

A morte da dama de metal

Eu
   - Cloe Lagh Hashitta! - Era a minha madrasta, a rainha Zahinna Mahushi. Os amigos, a chamam de Zah, mas ela prefere sempre ser chamada por outros pelo seu nome completo, e também não chama ninguém pelo apelido, chama sempre o nome completo. Eu caminhei em direção ao seu trono metálico envolto por uma cúpula de vidro blindado logo atrás da esteira rolante de ouro - Na minha frente. Agora!
   - Sim, senhorita Zahinna Mahushi?
Zahinna Mahushi (quando era
nova e cheia de photoshop
)
   - Andei escutando uns rumores que talvez, só talvez, sejam reais. Você andou relaxando quanto aos estudos de princesa. Não está se esforçando para falar kornockineanno fluente, não tem treinado suas artes mortais, não tem ao menos praticado para as provas de governadoria interplanetária!
   - Senhorita, em pleno século 27 não poderia simplesmente implantar todas as informações das quais preciso no meu cérebro com os capacetes...
   - NÃO NÃO E NÃO! VOCÊ NÃO ENTENDE QUE PARA SER UMA RAINHA TEM QUE APRENDER DA MANEIRA TRADICIONAL, VOCÊ TEM QUE SABER O QUE FAZER E ESSES TAIS CAPACETES QUE TE ENSINAM COISAS NÃO LHE DÃO AS EXPERIÊNCIAS QUE PRECISA!!
   - Mas elas eu posso ganhar com o tempo, implante as informações no meu cérebro para que eu possa obtê-las - Eu me ajoelhei - Por favor, Zahinna Mahushi, eu te imploro
   - Não. Agora, como punição por não ter dado o devido valor às suas importantes tarefas reais, você limpará toda o castelo, e para garantir que o fará sozinha, eu já desativei os robôs pelo resto da semana
   - Sim, senhora
É onde eu moro
   Eu comecei a caminhar devagar para o meu quarto, ao chegar à porta dele a abri cuidadosamente e a bati com ódio em cada gota de sangue do meu ser parcialmente metálico. Pulei na minha cama, o que a fez pairar com um pouco mais de intensidade, ela ia para cima e para baixo, mas logo voltou à sua flutuação normal, peguei meu travesseiro transparente com silicone verde do planeta HayamasshiLaho. Às vezes eu penso "porque os planetas dos quais as minhas coisas são importadas de planetas impossíveis de se pronunciar o nome?" e nunca consegui encontrar uma resposta para essa pergunta. Comecei a chorar, chorar de ódio, pressionava aquele travesseiro frio contra o meu rosto. E antes que pudesse perceber, eu estava dormindo.
   - Então. - Ouvi a voz da minha madrasta e governanta - Concluiu a pesquisa? - Eu levantei da cama para ver o que estava acontecendo, a luz do banheiro do corredor estava acesa
   - Sim, majestade. - Ouvi a voz mecânica do nosso espelho-computador do banheiro
   - E então, ainda estou no auge da minha fama? - Eu me aproximei do banheiro que estava com sua porta entreaberta, olhei por dentro, aproximei a minha visão com um dos meus olhos que era mecânico. O espelho mostrava um gráfico que representava uma comparação entre a fama dela e a minha naquele planeta - Espelho...
   - Sim, majestade.
   - Por que está comparando a minha fama com a da minha inútil afilhada? Bem... é claro que sei que ela é mais famosa do que eu, mas...
   - Majestade, a senhora parece não compreender. Uma rainha, em tempos como os de hoje, deve ser a mais adorada, a maior ídola dos habitantes de seu planeta, ou isso, ou suas ordens virão em segundo lugar, muito depois da opinião de sua tola concorrente, no caso, sua afilhada
   - Hmm... Interessante. Espelho, me responda com sinceridade: Se  uma garota, uma celebridade, de repente desaparece, seu corpo nunca é encontrado, e pouco tempo depois ninguém mais lembra dela, embora muitos aleguem que a tal garota foi assassinada. Responda-me qual a probabilidade de isso ser profundamente investigado pela polícia nesse meio-tempo.
   - Muito provavelmente investigarão
   - Entendo, mas e se for um... Acidente, um acidente no quarto dela, em que a tranca automática vai travar e a temperatura diminuir, até que ela congele e morra
   - Bem... Essa trava tem dado alguns defeitos e você já alegou em tribunais que a Cloe gosta de temperaturas baixas, quem sabe eu não dou um jeito com seus advogados?
   - Faça isso - Ela ficou parada um bom tempo, até que resolveu perguntar - Mas, espelho...
   - Sim, majestade.
É esse o maldito espelho-computador
   - O que essa pequena monstrinha com pernas metálicas tem que eu não tenho?
   - Além de cabelos bem hidratados, carisma com todo o povo desse planeta, olhos claros com uma pele escura, uma voz conhecida e adorada, perfeitas técnicas de atuação, olhos com a distância perfeita para ser uma super-modelo interplanetária, presas adequadamente pequenas dentro da boca, um corpo adorado por mais da metade do povo desse planeta, um nome facilmente pronunciável, lembrável, de uma língua universal e uma reputação completamente limpa não é percebido nada até agora
   Ela, parecendo ter perdido a paciência, desligou o espelho. Eu me afastei da porta, não acreditava que ela queria me matar! Antes que ela saísse do banheiro, eu ejetei rodas da sola de meus pés e saí rapidamente pelo corredor sem fazer barulho, mas tinha que sair daquela CASA

16/07/2011

   
   O Coronel aposentado do Exército dos EUA, John Alexander de 74 anos de idade, um ex-comandante dos A-Team Boina Verde  e desenvolvedor de armamento em Los Alamos, estado do Novo México, diz que o desacobertamento dos OVNIs já ocorreu, e que assunto é mais complexa do que a maioria das pessoas pensam.  Alexander citou uma frase do Presidente Harry Truman: “Eu posso vos assegurar que os discos-voadores, se eles existem, não são construídos por nenhuma potência da Terra“.
“O desacobertamento já aconteceu“, Alexander disse para a AOL News. “Ele começa com os ex-presidentes Truman, Carter, Reagan e Gorbachev [da antiga União Soviética].  Eu conheço ‘pilhas’ de generais, inclusive soviéticos, que já declararam que os OVNIs [extraterrestres] são reais.  Meu ponto é, quantas vezes um oficial sénior precisa declarar e dizer que o fenômeno é real?“.
E tem gente que ainda não acredita.
n3m3

15/07/2011

Comemorei meu próprio funeral assoprando velas de um bolo

A adolescência é o primeiro sinal de morte

E se a última coisa que lesse fosse sobre você?
E se a última coisa que visse fosse você na escuridão, antes da alegria acabar?
O sol está sangrando
Tente curá-lo
O céu está queimando
Tente apagá-lo
Caindo em desgraça

Essas lágrimas. Malditas sejam. Não querem parar de cair
Pois há um corvo me bicando
Ele feriu o sol
Ele queimou os céus
E agora simplesmente derrama minhas lágrimas, com odiosas bicadas nos olhos
Caindo em desgraça

E de repente ela acorda num buraco negro
Que suga suas forças
Tudo entra nada sai
Ela grita, para que alguém a escute em sua casa
Mas sua casa está vazia
Caindo em desgraça

12/07/2011

Teoria da Nave da Lua

   
   Ao longo dos anos, tem sido atribuída à nossa lua algumas características estranhas. A lua é o quinto maior satélite natural do sistema solar. Acredita-se que foi criada por um impacto gigante entre a jovem Terra e um corpo do tamanho de Marte. A lua está, aparentemente, na órbita errada para o seu tamanho. Dados indicam que as regiões do interior da lua são menos densas do que as externas, o que dá origem à especulação inevitável que ela poderia ser oca. Algumas dessas reclamações vêm do fato de que quando os meteoros atingem a lua, ela treme como um sino. Em julho de 1970, cientistas propuseram a Teoria da Nave da Lua. As alegações da teoria pseudocientífica são de que a lua da Terra pode ser uma nave alienígena. Ela seria um planetóide oco criado por seres desconhecidos com tecnologia 
muito superior a qualquer outra na Terra. Grandes máquinas teriam sido usadas para derreter rochas e formar grandes cavidades no interior da lua. Ela seria uma concha com uma camada externa feita a partir de escórias metálicas rochosas. A nave teria sido então colocada em órbita ao redor da Terra. Os defensores da teoria destacam fotos de OVNIs tiradas pela NASA em missões à lua e constatações de asteróides e meteoros que só criam crateras rasas na superfície da lua, e produzem um piso convexo até a cratera, em vez de côncavo como o esperado, reforçando a ideia de uma concha rígida. A lua também parece ser muito mais antiga do que se esperava, talvez até mais do que a Terra ou o sol. A idade mais antiga da Terra é estimada em 4,6 bilhões de anos, enquanto rochas lunares foram datadas em 5,3 bilhões de anos. A composição química do pó das rochas é muito diferente das próprias rochas. Isso indica que a superfície lunar pode ter sido transferida de outro lugar. A crosta da lua é um mistério. Quando a NASA registrou uma perfuração a poucos centímetros na superfície da lua, parecia que lascas de metal eram visíveis. A lua da Terra também é o único satélite natural do sistema solar que tem uma órbita circular quase perfeita. Como explicar a coincidência de que a lua está exatamente na distância certa para cobrir completamente o sol durante um eclipse? Para finalizar, os astrônomos profissionais foram gradualmente desencorajados de investigar um fenômeno que tem sido relatado na lua por mil anos. É uma alteração de luz, cor e outras aparências, de curta duração, conhecido como fenômeno transitório lunar.

11/07/2011

The Last End (Parte 4)

Wilbur


   O Wilbur corria e eu estava de olhos fechados em cima dele, começamos a reduzir a velocidade, até que o Wilbur quase parou, eu saí de cima dele, já estava fazendo muito peso, olhei para trás, todos iriam me pegar e me por naquele quarto até que eu morresse, mas nada, não havia ninguém lá, estávamos no meio de uma cidade, pessoas passavam por mim com facas enormes nas mãos, alguns conservaram armas de fogo e estavam segurando-as, ao meu redor, muitos barracos com pintura desbotada, mal iluminados, e de dentro de um deles saiu um homem com costeletas brancas na cabeça, um bigode assustadoramente volumoso e uma faca na mão, ele veio na minha direção
   - Ei, garota. Você sabe o que é isso? - Ele apontou a faca para o Wilbur
É, bela faca :D
   - Eu sei, e não está à venda
   - Olhe, pequena, a carne dessa coisinha vale todo o meu estabelecimento, você tem consciência disso?
   - Tenho, mas ele é o meu melhor amigo, mais que isso, ele e essa aranha na cabeça dele são minha família, não se vende a família, você tem consciência disso?
   - GAROTA INSOLENTE EU TE CORTO A GARGANTA, PEGO ESSE PORCO E FAÇO UMA CARNE MAL PASSADA - Ele levantou a faca, mas logo abriu completamente a mão, me pareceu paralisado, só então notei que a aranha havia mordido seu tórax, ele caiu no chão, provavelmente morto. Eu não fiz nada além de pegar a faca que estava com ele e sua sacola, pus a faca na sacola e saí andando com o Wilbur à minha esquerda e a aranha se segurando na minha mão. À essa altura, tudo do que eu precisava era um lugar seguro, longe daquele. Pelomenos um lugar onde eu pudesse dormir e acordar sabendo que não ia ocorrer uma tentativa de homicídio contra mim ou o Wilbur, ou a aranha. Continuei andando, andei o dia todo e boa parte da noite, minhas pernas começaram a tremer de dor, ajoelhei no chão, abri a mochila, sem ver nada, procurei o que parecesse ser um cobertor ou algo do tipo, puxei um, enquanto isso caiu alguma coisa no chão junto com ele, eu me cobri, junto com o Wilbur e a aranha, toquei no que havia caído do cobertor para saber o que era, era uma pedra, não tinha paciência ou energia para por de volta na mochila, então a fiz de travesseiro dormi como uma rocha. Ao acordar, com o sol batendo no meu rosto, tomei um susto, fiquei apavorada ao ver um crânio humano bem na minha frente, sentei e olhei ao redor, algumas pessoas andavam, eu não estava mais num lugar movimentado, mas muito, muito destruído, a aranha já havia se acomodado dentro do crânio, que à essa altura já estava oco, abri a mochila para olhar o que tinha dentro dela, o resto do corpo desse crânio, uma garrafa d'água, um pote de mel rachado, a faca que eu havia colocado lá e uma arma de fogo, tentei atirar no chão com ela, mas estava sem balas, mas por precaução, coloquei-a na mochila, e resolvi continuar andando, sei lá, só procurando um deserto, ou com sorte, algum lugar com uma árvore, talvez.
   Depois de andar tanto, antes que eu pudesse perceber, estava no meio de uma floresta morta, continuei caminhando, as minhas pernas voltavam a doer, o céu escurecia de novo, eu comecei a correr desesperada pela floresta, não sabia o que aconteceria depois que escurecesse, talvez ficasse tão frio e escuro que talvez eu não pudesse nem ver minhas próprias mãos trêmulas à frente do rosto, eu corri, procurando qualquer lugar em que a árvore fosse oca, encontrei, um buraco no tronco oco de uma árvore
   - Gente, vem comigo! - Eu entrei no buraco e os dois foram me seguindo, fiquei lá, e de repente escureceu, exatamente como eu havia descrito anteriormente, frio e escuro, peguei o cobertor e me enrolei, comecei a ver uma luz esverdeada, duas, três, logo formavam-se 10 luzes esverdeadas à minha frente e eu podia finalmente enxergar de novo a floresta mórbida de algumas horas atrás, eram vaga-lumes, lindos eles, mas a essa hora, eu já estava meio cansada, infelizmente tive a consciência de que teria que continuar meu caminho, eu saí da árvore, ia chamar os vaga-lumes para me ajudarem e iluminarem o chão para eu ver onde piso, mas eles saíram voando na maior velocidade, eu comecei a correr atrás dele, com a aranha no crânio que estava na minha mão e o Wilbur atrás de mim, minhas pernas latejavam, eu não aguentava mais correr, caí no chão de olhos fechados para que não entrasse terra, abri os meus olhos na mesma hora, estava de manhã, estava tudo claro, eu havia dormido ali, mas onde era ali? Com certeza era diferente de tudo o que eu já vira. Tinha grama, com algumas gotas na ponta das folhas, tinham flores em arbustos, árvores frutíferas e um lago cheio de animais, a aranha saiu do crânio, o Wilbur se levantou também, parece que havia dormido onde estava na noite passada, era o tal "Lugar com uma árvore" que eu estava procurando, sem a presença dos humanos para estragar tudo, só eu, o Wilbur e a aranha
Fim

09/07/2011

The Last End (Parte 3)

A chave ficava na mesa da cozinha

   - Mas Sr. Davis, é só uma menina com um animal raro, parar de cuidar da sua produtiva fazenda para caçar ela pelos quatro cantos do mundo acabaria em muito prejuízo. Esse lugar vai dar lucro pelos próximos 20 anos! Espere mais treze enquanto caçamos outro javali, vai ser muito melhor para a fazenda - Disse um dos empregados do Sr. Davis que eu não sabia que estava lá
   - Mas isso não é uma questão de lucro! É uma questão de princípios! Lembra-se a dez anos atrás, quando esse lugar ainda era novo e nós resgatamos aquelas criancinhas de oito anos? Lembra-se como elas ficavam frustradas depois de matarmos um animal? Então, as pusemos para ver obrigatoriamente os sacrifícios de animais até que elas se acostumassem com essas cenas, depois que aqueles diabinhos cresceram com seus coraçõezinhos já à muito calejados, começaram a se revoltar e tentar salvar os animais e fugir com eles como o que essa menina... Essa coisa, a Maya está tentando fazer, foi quando eu criei o quarto especial para as crianças que me desobedeciam, só os mais fortes, geneticamente falando, conseguiam sair vivos, e mesmo assim, nunca mais ousavam me desobedecer de novo e criaram ódio a esses animais repugnantes, porque tentar salvá-los os mataria, seus amigos morriam por causa deles, e eles próprios, num nível elevado de insanidade recorrem ao ódio completamente direcionado aos animais que os puseram naquela espelunca! Então, de repente, eu encontro uma jovem com a mesma idade que eles, dez anos e a trago para a minha fazenda, é normal que ela não esteja acostumada com os meus métodos, mas conseguir fugir vai dar esperança à essas cabecinhas ocas!! Quem sabe eles não voltam à rebeldia de antes, hein? E se eles pensarem "Ei! A Maya salvou um animal e sobreviveu! Então o problema não são os animais, é o Brad J. Davis, mais conhecido como Sr. Davis!" E SE ELES SE JUNTAM NUMA REBELIÃO CONTRA MIM, HEIN?? ELES SÃO QUARENTA E OITO JOVENS FORTES E ACOSTUMADOS COM TRABALHO BRAÇAL E EU SOU UM CARA DE 40 ANOS MAIS 4 CAÇADORES GORDOS!! QUEM VOCÊ ACHA QUE GANHA ESSA BRIGA, HEIN?
Apesar de não aparentar, as pessoas de lá são bem
fortes
   - M-me desculpe Sr. Davis - O Sr. Davis suspirou
   - Pois é filho - Falou num tom cansado de desabafo - Saudade de quando meia idade era aos 60 anos
   Todos se calaram, eu fui na ponta do pé, em direção à porta que eu tinha aberto e permanecia naquela posição, a aranha agora estava no meu ombro, o Wilbur, surpreendentemente não fazia muito barulho com seus cascos, era quase impossível ouvir, passamos pela porta da frente, de longe eu podia ver as cores gritantes da blusa da Allison, uma colega do dormitório, estavam longe, mas eu conseguia ver um pontinho rosa ao fundo da floresta morta. Apressei-me a pular o portão, mas o Wilbur jamais conseguiria, ele colocava suas patinhas da frente na madeira a muito desgastada, mas de nada adiantava, ele batia no portão com as duas patas para tentar quebrá-lo, e não conseguiu, eu me debrucei por cima daquele baixo portão para puxá-lo pelas patas,  virei minha cabeça para frente, estavam bem mais perto, agora eu avistava um grupo de pessoas se aproximando da cerca, por um milagre não haviam me visto, pois estavam todos de cabeça baixa, olhando para o chão onde pisariam e estavam muito longe. Eu estava desesperada, puxava o Wilbur, mas ele era muito pesado, eu não o aguentava carregar, quando me senti sendo levada para trás, o Wilbur firmou as duas patas dianteiras no chão, caí do portão com as minhãs mãos no chão também, olhei melhor o portão se abrindo, a aranha estava saindo da fechadura, já havia entendido tudo, mas estavam todos perto demais, a aranha correu até a cabeça do Wilbur, eu montei nas costas dele e saímos em
É esse o portão da fazenda (mas essa foto é de
quando esse planeta ainda tinha bastante vegetação)
disparada, eu não queria ver mais nada, não queria ver ninguém me seguindo, fechei os olhos e o abracei, pude sentir seus passos, seus cascos atingindo o chão, seu desespero, e o meu também, provavelmente estavam nos seguindo "é o meu fim" Pensei simplesmente pasma

06/07/2011

The Last End (Parte 2)



   Enquanto eles andavam em direção à grande multidão no meio da fazenda com um homem grande e gordo amolando um machado eu fiquei pensando se o Wilbur conseguiria fugir ao meu sinal. Largaram ele no chão para que o gordo o pegasse, me desesperei, meu coração batia forte, levei rapidamente meu braço ao olho, esperando que ninguém notasse, assim que o homem com o machado encostou sua grande mão nele, ele saiu correndo, eu virei de costas para que quando ele passasse por baixo das minhas pernas para me segurar em cima dele, eu soubesse para onde estávamos indo, era parte do truque, e ele só pararia quando eu dissesse.
Saímos correndo em direção à uma floresta morta perto da fazenda, todos nos perseguiam, mas não nos alcançavam, avistei uma árvore com grande parte de sua raiz fora da terra, era um lugar onde poderíamos nos esconder antes que nos alcançassem. Puxei as orelhas do Wilbur para aquela direção, nos embreamos naqueles galhos, que me arranharam toda, eu saí de cima dele e fiquei no chão, com a respiração baixa e ofegante. Cerca de dois segundos depois, todos passaram por nós, até os outros adolescentes, estavam todos nos perseguindo. Me esforcei para ver por uma das aberturas da raiz, a fazenda ao longe, ninguém lá, olhei para o outro lado, todos sumindo da minha vista, esperei mais um pouco, mais um pouco e mais um pouco... Estavam longe o suficiente, sumiram da minha zona de visão. Saí na frente do Wilbur, silenciosamente, corri até os limites da fazenda de novo, não tinha ninguém lá, estava completamente deserta, todos haviam saído para nos pegar, mas antes que voltassem e nos vissem, eu tinha que encontrar um lugar para me esconder com o Wilbur. Corri o mais rápido que podia para a parte de trás da casa do Sr. Davis, afim de pegar a chave do portão da fazenda, que estava fechado, eu poderia pulá-lo, mas o Wilbur não conseguiria, eu já estava chegando nos fundos, com ele atrás de mim, quando de repente eu caio. Não caí no chão, era como se o chão tivesse caído, literalmente se aberto abaixo dos meus pés. Caí, então, num chão que não era de azulejos como o que antes eu pisava, era de concreto puro, extremamente duro e empoeirado, o Wilbur estava ao meu lado, ele também havia caído e agora levantava e se sacudia para tirar a poeira de si. Olhei ao redor, parecia um quarto, um dormitório como o meu, mas era velho, as camas estavam gastas e estava recheado de teias de aranha, o que eu achei bom, pois muito provavelmente iria ver logo logo um monte de aranhas, e eu as acho muito lindas, mas precisava sair dali, eu não poderia sair por onde entrei, não tinha nenhuma escada para eu subir de volta para o alçapão. Dei mais uma olhada ao redor
   - Será que esse é... - Pensei que seria o quarto do castigo das crianças que desobedeciam o Sr. Davis, eles as deixavam lá por tempo indeterminado, sozinhas, sem comida ou água, muitas até morriam - É sim! - Mas para me acalmar, uma aranha grande e preta saiu de trás de um dos travesseiros - Oownn! Que coisa mais fofa! - Caminhei vagarosamente na direção dela, pus a minha mão perto para que ela subisse, quando ela subiu comecei a fazer carinho, ela caminhou pelo meu braço e chegou até o outro braço, que estava perto do Wilbur, ela subiu nas costas dele e eu perguntei - Você deve morar aqui a um bom tempo, se não me engano não é? - Ela chegou um pouco mais perto, percebi que foi uma forma de confirmar positivamente a minha pergunta - Então, por acaso, poderia me dizer... Como eu faço para sair daqui?
   Ela desceu das costas do Wilbur e começou a subir a parede, ela ficou do lado de fora do alçapão e começou a fazer uma teia no canto da madeira que o localizava no teto, pouco tempo depois, ela desceu por um fio até o meu indicador, só então, percebi que o fio tinha um laço na ponta, pois ela o prendeu no meu dedo e depois subiu de novo para a teia que havia construído com maior velocidade, começou a recolher o fio, ele começou a me puxar e eu comecei a ser 
Fiz um desenho daquela aranha, sei lá... Ela me deixou
feliz...
suspensa por ele. Já haviam me dito que o fio da teia de algumas aranhas suportavam um peso de até 100kg, mas eu não acreditei neles, agora eu acreditava, e tinha um motivo, uma prova, depois de ela me colocar de volta cima daquele quarto ela fez o mesmo com o Wilbur, mas amarrou o seu fio numa das presas dele, depois de todos estarmos fora daquele quarto, eu voltei ao meu objetivo inicial: Pegar a chave do portão da fazenda, mas quando ia me direcionando ao local, o Sr. Davis entrou por lá, me escondi atrás da parede com o Wilbur e a aranha, eu estava desesperada, em pânico, me escondi rezando para que ele não me visse.



                                           CONTINUA...

05/07/2011

Eu gostei de viajar com a minha família

   Afinal, eu amo minha família! Como não amaria seres humanos que me ameaçam, me criticam e tanto apontam minhas falhas? A frase preferida de minha irmã por parte de pai é: "Natália! Você é muito egoísta! Só pensa em você! Não compreende nada!" ou "Nunca vi ninguém mais folgada que Natália! Aliás, folgada é apelido!" (Folgada? Eu? Não fui eu que fiz o vestibular para medicina 6 vezes e perdi TODAS porque não estudei) Apontar minhas falhas não vai diminuir as suas!!!
   Às vezes eu atrasava um pouco porque eu me arrumo um pouco mais devagar que o resto da minha família, e é claro que quando a gente ia pro aeroporto a minha adorada família não podia deixar de me dizer as coisas mais lindas que eu já ouvi. Como, é claro: 
"SE VOCÊ ME IRRITAR EU TE MANDO NUM VÔO DE VOLTA PARA O BRASIL SOZINHA E MANDO ALGUÉM IR TE BUSCAR!!" (pai) De boa, ele se estressando por bobagem desse jeito, ele iria acabar passando mal porque ele é hipertenso, foi isso o que eu pensei na hora, até a minha querida e adorada irmã que adora apontar as minhas falhas me mostrar onde eu estou errando nas minhas ações irresponsáveis, resolveu dizer:
"Se o meu pai passar mal por sua causa, você vai se ver comigo!!" VEM VADIA! VEM ME BATER! TÔ MORRENDO DE MEDO!
   E mais, a viagem inteira a gente teve que sair com crianças, e sabendo meu pai que eu não gosto de crianças, ainda assim planejou para a gente viajar em grupo com essas pessoinhas pequenas e seus pais, Lolli (Carol) era a única pela qual eu não senti ódio puro.
   Pois é, enfim, eu não gosto da minha família! Certo eu sou egoísta! Muito egoísta! Sou a pior pessoa do mundo! Sou a vergonha da família! O incrível é que a quelas crianças eram egoístas e todo mundo achava fofo, ou engraçado, ou falava de um jeito fofo para elas pensarem no outro também, e quando eu sou egoísta, só faltava eles me baterem mesmo!
   Resumindo: Queridos parentes, se tornem perfeitos antes de apontar minhas falhas, porque vocês também tem, e piores, e isso eu posso garantir