28/11/2011
A Dama Alfa
Saia daí, deste mundo banal
Talvez você até entre em meu enredo genial
Em tantos boatos não pareço legal
Pois digo e não nego: Meu melhor lado é o do mal
Vivo numa trama
Uma história imaginária
Na minha cabeça insana
Pois a morte é hilária
Seu sangue escorrendo
E saindo das veias
Rio pois estou vendo
E bordo um fim em suas teias
O doce ódio que sinto
Como vento em minha face
Sou má, pois eu não minto
E só em mim não há disfarce
Desculpa gente, mas eu odeio Crepúsculo
Fãs de crepúsculo, por favor não me odeiem profundamente, mas eu tenho uma coisa pra falar, uma coisa que me deixa muito puta! Eu acho que a Stephenie Meyer é uma boa escritora, sim! Eu li "A hospederia" e achei assim... Muito legal, mas acho que o erro dela foi a saga Crepúsculo! Eu li o livro há um tempinho. E querem saber o que eu achei? UMA BELA BOSTA! Tipo assim: A Stephenie pegou uma lenda de milhares de anos, que até Crepúsculo virar modinha, os vampiros eram respeitados! Eram uma coisa assustadora que pertenciam à escuridão, tinham sede de sangue.... E hoje você não pode sair na rua e dizer que curte vampiros que já vão achar que você tá falando do viado do Edward Cullen! Agora, alguém que gosta de vampiros e não de fadinhas brilhosas e cintilantes tem que dizer que gosta de vampiros que queimam no sol! A Stephenie Meyer criou para os vampiros um novo estereótipo: Agora vampiro é tudo retardado. NÃO! O Edward Cullen é muito retardado, tá legal? O Edward! Eu sempre fui assim, uma menina que gosta muito de vampiros, lobisomens, e essas coisas, mas cara, na boa... Crepúsculo foi demais pra mim! Eu não aguento isso não! Eu não aguento! A Stephenie em tão poucos anos, conseguiu mudar todo o conceito da palavra "Vampiro". Em tão pouco tempo, a Stephenie conseguiu transformar vampiros em fadas! Mudou completamente o curso da história do terror! Porra! Vampiros NÃO brilham! Esse tipo de coisa não é certa, tá legal, Stephenie?? Você esculhambou com todas as histórias vampíricas de todos os tempos!
Conceito da palavra vampiro antes de crepúsculo: Personagem da crença popular que, estando morta, sai à noite das sepulturas para sugar o sangue dos vivos.
Conceito da palavra vampiro depois de crepúsculo: Personagem da cença popular que brilha no sol como uma fadinha alegre do arco-íris mágico e sai à noite para chupar animais (Literalmente), além de se sentirem fortemente atraídos por qualquer vadia sem corpo algum cuja mente eles não consigam ler
P.S.: Eu não chinguei nenhum fã de crepúsculo de nada, apenas expressei minha opinião quanto ao livro, que, repito que achei uma merda. Você tem total direito de gostar de Crepúsculo e ainda assim pode ser uma pessoa muito madura, inteligente, legal e bem sucedida, mas eu não gosto e estou expressando isso no meu blog, porque o blog é meu, eu tenho esse direito e acabou U.U
Insanity - Na multidão
- Mas, Angele, como você sabia tudo aquilo dela?
- Digamos apenas - Angele sorriu - Que eu saiba
- Mas como? - Jullieth deu um passo em sua direção, dessa vez, esperando resposta
- Adivinhei
- Eu não acredito em adivinhações! - Ela permanecia séria quanto à isso
- Também não acreditava que podia andar! - Angele levantou uma sobrancelha, Jullieth, então, olhou pra os próprios pés e disse
- Por falar nisso... Tem uma coisa que eu sempre quis fazer
Jullieth correu por todo o corredor de lá, correria o mais rápido que pudesse até chegar ao seu quarto, o quarto que ela era obrigada a dividir todo santo dia com uma menina que pensava o tempo todo que tinham cortado sua barriga, mas não havia um corte sequer nela, mas ela insistia nessa ideia maluca... Afinal, todos lá era um pouco malucos. Chegou ao quarto ansiosa, com seu vestido branco e comprido, já estava encharcado de suor, seu colar de pedras vermelhas parecia pesar uma tonelada em seu pescoço, e suas pulseiras coloridas pareciam cada segundo mais apertadas... Como a Jullieth amava essa sensação! A sensação de correr. Finalmente chegou ao seu quarto, a Catherine, sua colega, estava em cima da cama, gritando apavoradamente, segurando os joelhos e chorando com histeria
- ELES FIZERAM DE NOVO! ELES ME CORTARAM DE NOVO - E ela deu outro berro que atraiu mais gente para perto delas duas
- Jullieth - Disse a Angele em seu ouvido, a garota estava atrás dela e ela nem havia notado, até que tomou esse susto de ouvir sua voz repentinamente, como se a menina tivesse aparecido do nada - Diga à Catherine, que ela vai ficar bem porque nem todas as vassouras podem andar
- O que? - Uma mulher magra como um esqueleto estava sacudindo a Catherine e mandando ela parar com essas ideias de que cortaram a barriga dela - Angele, isso não faz o menor sentido!
- Ela é maluca... Eu sei que vai fazer sentido para ela
- ANGELE! Não é assim! Ela não... Quer dizer... - Jullieth desistiu de argumentar com a Angele ao lembrar que havia corrido até ali... Aquela menininha devia saber o que fazia, ela agarrou o próprio colar e começou a remexê-lo nas mão direita, até que se aproximou da sua amiga que estava quase apanhando da velha e esquálida mulher da limpeza e disse - Eu... Posso tentar ajudá-la? - Ela perguntou timidamente
- Ah, faça o que quiser! Essa garota não tem jeito mesmo! - A mulher saiu do quarto com seu pano de chão nas mãos, apesar de não entender o que a Angele disse, ela olhou pra sua colega e falou
- Fique calma, Catherine, você vai ficar bem, certo?
- Como... Como você pode saber?
- Porque... Nem todas as vassouras podem andar... - Jullieth manteve sua expressão completamente neutra, até que a Catherine sorriu
- É verdade! - Ela não conseguiu entender absolutamente nada! Ficou estranhamente pensativa, não tinha ideia do que havia acabado de acontecer, mas isso a havia ajudado a fortalecer sua relação com sua colega de quarto. Catherine a abraçou e depois saiu do quarto, desviando da Angele, Jullieth pensava que sua amiga fossse atravessar aquela estranha garota de batom, mas ela apenas passou do lado, agora ela jamais saberia se as outras pessoas, não como ela, atravessariam aquela amiga tão esquisita que sorria friamente para ela
- Mas e então - Angele começou caminhando na direção da Jullieth - O que era que você sempre teve vontade de fazer?
Jullieth sorriu, em pouco tempo elas estavam pulando na cama como duas crianças de oito anos, elas riam, a cama já estava toda bagunçada quando a velha moça da limpeza entrou de novo no quarto
- O que você está fazendo aí?
- Nós só estamos... - A Jullieth começou
- Pulando - A Angele parecia enraivada e coberta de seriedade e ódio no olhar em direção à velha
- Eu sei bem o que você está fazendo, Jullietha! Não é só porque o bom Deus te concedeu o privilégio de andar que você pode fazer absolutamente tudo o que quer! Deça dessa cama agora, saia daí, eu vou arrumar! Te aconteceu um milagre e você pensa que é allguém especial? Não é muito mais que só uma maluca aqui dentro
- Não chame ela de maluca!! - A Angele berrava, mas a mulher parecia nem perceber sua existência
Conformada, Jullieth desceu da cama com uma expressão amedrontada, já a Angele, se mostrava com vontade de partir a velha em duas e colocar seu cérebro num pote... Mais uma vez.
Pouco depois de sair do quarto, as duas se entreolharam
- Como você a deixa falar assim com você? - Angele, indignada, finalmente criara naquele rosto uma expressão que não fosse fria ou macabra
- Ah, ela deve estar tendo outro dia ruim... Vem, tem outra coisa nesse prédio que eu sempre quis fazer! Descer as escadas! - Ela desceu a grende escadaria correndo, e a Angele, andava vagarosamente, mas estava logo atrás dela, passaram, as duas meninas, pela Gisele, enquanto corria pela sala. Ela gostava de ver a Jullieth correndo com aquele sorriso no rosto, tocava o seu coração ver um milagre como aquele...
Finalmente Jullieth chega ao lado de fora... Bem, nem tanto, o "Lado de fora" daquele lugar é fechado por quatro muros, mas não tem telhado, ali estava o aparelho de som que sempre fica encostado na parede tocando músicas de balé.
- Isso é o que eu sempre quis - Jullieth olhou para a máquina
- Um aparelho de som?
- Não... Dançar balé!
- Bom, nesse caso - O aparelho ligou sozinho - Dance
Ela jamais pensou que pudesse ser tão boa, ela jamais viu o quanto dançava bem e o quato aprendeu vendo tantas apresentações, ela jamais imaginara que fosse capaz porque todos sempre lhe disseram o contrário. Jullieth dançou até que anoitecesse, quando estava escuri demais para continuar lá, o som desligou
- Angele, você é a melhor amiga que eu poderia querer e esse foi o melhor dia da minha vida - Disse aquela mulher, abraçando sua nova amiga, tão jovem e já tão cheia de poderes milagrosos! Angele a abraçou de volta
- Ah, querida, espero que continue nessa felicidade até amanhã - Ela começou a caminhar de costas e isso assustou um pouco a Jullieth, e enquanto ela ia desaparecendo na escuridão, continuava dizendo - E depois de amanhã, e no dia seguinte, e no dia após esse... - Sua voz se perdeu no eco dentro da casa
Jullieth se assustou com aquela mensagem num tom de voz tão macabro, mas ignorou e se direcionou ao seu quarto.
Chegando lá, sorriu para a Catherine, que agora não gritava mais por terem cortado sua barriga ou não, deitou-se na cama e dormiu... Ela estava tão feliz por finalmente ter feito amigos lá... Ela estava tão feliz por ter conhecido melhor, ou pelomenos falado e visto como as pessoas de lá eram amáveis... A jovem mulher não tinha idéia da grande e maravilhosa surpresa que sua amiga, Angele, estava programando para ela...
- Digamos apenas - Angele sorriu - Que eu saiba
- Mas como? - Jullieth deu um passo em sua direção, dessa vez, esperando resposta
- Adivinhei
- Eu não acredito em adivinhações! - Ela permanecia séria quanto à isso
- Também não acreditava que podia andar! - Angele levantou uma sobrancelha, Jullieth, então, olhou pra os próprios pés e disse
- Por falar nisso... Tem uma coisa que eu sempre quis fazer
Jullieth correu por todo o corredor de lá, correria o mais rápido que pudesse até chegar ao seu quarto, o quarto que ela era obrigada a dividir todo santo dia com uma menina que pensava o tempo todo que tinham cortado sua barriga, mas não havia um corte sequer nela, mas ela insistia nessa ideia maluca... Afinal, todos lá era um pouco malucos. Chegou ao quarto ansiosa, com seu vestido branco e comprido, já estava encharcado de suor, seu colar de pedras vermelhas parecia pesar uma tonelada em seu pescoço, e suas pulseiras coloridas pareciam cada segundo mais apertadas... Como a Jullieth amava essa sensação! A sensação de correr. Finalmente chegou ao seu quarto, a Catherine, sua colega, estava em cima da cama, gritando apavoradamente, segurando os joelhos e chorando com histeria
| Catherine |
- Jullieth - Disse a Angele em seu ouvido, a garota estava atrás dela e ela nem havia notado, até que tomou esse susto de ouvir sua voz repentinamente, como se a menina tivesse aparecido do nada - Diga à Catherine, que ela vai ficar bem porque nem todas as vassouras podem andar
- O que? - Uma mulher magra como um esqueleto estava sacudindo a Catherine e mandando ela parar com essas ideias de que cortaram a barriga dela - Angele, isso não faz o menor sentido!
- Ela é maluca... Eu sei que vai fazer sentido para ela
- ANGELE! Não é assim! Ela não... Quer dizer... - Jullieth desistiu de argumentar com a Angele ao lembrar que havia corrido até ali... Aquela menininha devia saber o que fazia, ela agarrou o próprio colar e começou a remexê-lo nas mão direita, até que se aproximou da sua amiga que estava quase apanhando da velha e esquálida mulher da limpeza e disse - Eu... Posso tentar ajudá-la? - Ela perguntou timidamente
- Ah, faça o que quiser! Essa garota não tem jeito mesmo! - A mulher saiu do quarto com seu pano de chão nas mãos, apesar de não entender o que a Angele disse, ela olhou pra sua colega e falou
- Fique calma, Catherine, você vai ficar bem, certo?
- Como... Como você pode saber?
- Porque... Nem todas as vassouras podem andar... - Jullieth manteve sua expressão completamente neutra, até que a Catherine sorriu
- É verdade! - Ela não conseguiu entender absolutamente nada! Ficou estranhamente pensativa, não tinha ideia do que havia acabado de acontecer, mas isso a havia ajudado a fortalecer sua relação com sua colega de quarto. Catherine a abraçou e depois saiu do quarto, desviando da Angele, Jullieth pensava que sua amiga fossse atravessar aquela estranha garota de batom, mas ela apenas passou do lado, agora ela jamais saberia se as outras pessoas, não como ela, atravessariam aquela amiga tão esquisita que sorria friamente para ela
- Mas e então - Angele começou caminhando na direção da Jullieth - O que era que você sempre teve vontade de fazer?
Jullieth sorriu, em pouco tempo elas estavam pulando na cama como duas crianças de oito anos, elas riam, a cama já estava toda bagunçada quando a velha moça da limpeza entrou de novo no quarto
- O que você está fazendo aí?
- Nós só estamos... - A Jullieth começou
- Pulando - A Angele parecia enraivada e coberta de seriedade e ódio no olhar em direção à velha
- Eu sei bem o que você está fazendo, Jullietha! Não é só porque o bom Deus te concedeu o privilégio de andar que você pode fazer absolutamente tudo o que quer! Deça dessa cama agora, saia daí, eu vou arrumar! Te aconteceu um milagre e você pensa que é allguém especial? Não é muito mais que só uma maluca aqui dentro
- Não chame ela de maluca!! - A Angele berrava, mas a mulher parecia nem perceber sua existência
Conformada, Jullieth desceu da cama com uma expressão amedrontada, já a Angele, se mostrava com vontade de partir a velha em duas e colocar seu cérebro num pote... Mais uma vez.
Pouco depois de sair do quarto, as duas se entreolharam
- Como você a deixa falar assim com você? - Angele, indignada, finalmente criara naquele rosto uma expressão que não fosse fria ou macabra
- Ah, ela deve estar tendo outro dia ruim... Vem, tem outra coisa nesse prédio que eu sempre quis fazer! Descer as escadas! - Ela desceu a grende escadaria correndo, e a Angele, andava vagarosamente, mas estava logo atrás dela, passaram, as duas meninas, pela Gisele, enquanto corria pela sala. Ela gostava de ver a Jullieth correndo com aquele sorriso no rosto, tocava o seu coração ver um milagre como aquele...
Finalmente Jullieth chega ao lado de fora... Bem, nem tanto, o "Lado de fora" daquele lugar é fechado por quatro muros, mas não tem telhado, ali estava o aparelho de som que sempre fica encostado na parede tocando músicas de balé.
- Isso é o que eu sempre quis - Jullieth olhou para a máquina
- Um aparelho de som?
- Não... Dançar balé!
- Bom, nesse caso - O aparelho ligou sozinho - Dance
Ela jamais pensou que pudesse ser tão boa, ela jamais viu o quanto dançava bem e o quato aprendeu vendo tantas apresentações, ela jamais imaginara que fosse capaz porque todos sempre lhe disseram o contrário. Jullieth dançou até que anoitecesse, quando estava escuri demais para continuar lá, o som desligou
- Angele, você é a melhor amiga que eu poderia querer e esse foi o melhor dia da minha vida - Disse aquela mulher, abraçando sua nova amiga, tão jovem e já tão cheia de poderes milagrosos! Angele a abraçou de volta
- Ah, querida, espero que continue nessa felicidade até amanhã - Ela começou a caminhar de costas e isso assustou um pouco a Jullieth, e enquanto ela ia desaparecendo na escuridão, continuava dizendo - E depois de amanhã, e no dia seguinte, e no dia após esse... - Sua voz se perdeu no eco dentro da casa
Jullieth se assustou com aquela mensagem num tom de voz tão macabro, mas ignorou e se direcionou ao seu quarto.
Chegando lá, sorriu para a Catherine, que agora não gritava mais por terem cortado sua barriga ou não, deitou-se na cama e dormiu... Ela estava tão feliz por finalmente ter feito amigos lá... Ela estava tão feliz por ter conhecido melhor, ou pelomenos falado e visto como as pessoas de lá eram amáveis... A jovem mulher não tinha idéia da grande e maravilhosa surpresa que sua amiga, Angele, estava programando para ela...
23/11/2011
22/11/2011
21/11/2011
Insanity - Dentro da casa
| Jullieth |
| Angele |
Alguém aproximou-se dela enquanto ela encarava o céu azul, ela olhou para quem quer que fosse: Uma menina que aparentava estar por volta de seus 14 anos, alta, cabelos lisos e negros que iam até suas costas, olhos verdes e um batom vermelho escuro, tão escuro que podia ser confundido com marrom ou até preto, mas era vermelho, ela se inclinou ao lado de sua cadeira e, antes que Jullieth pudesse questionar, ela disse:
- Sou a Angele, vou te ajudar - Aquela menina tão estranha, que falava com uma voz quase mórbida... Jullieth quase estremeceu de medo, a criaturinha havia aparecido tão de repente... Talvez fosse só mais um de seus amigos imaginários que apareciam e desapareciam o tempo inteiro...
- Eu não te conheço...
- Serei sua amiga. - Ela falou friamente e depois sorriu, assustando a mulher
- Sou a Julli...
- Eu sei - A garota disse no mesmo tom sem deixá-la terminar a apresentação - Levanta e vamos dar uma volta no campo de flores lá fora, o dia está lindo, não?
- Mas eu não consigo! Eu não posso mexer as pernas e... - Jullieth arregalou os olhos ao ver que podia mover o dedo mínimo do pé direito, em seguida moveu os outros dedos, olhou apavorada para a Angele, que mantinha sobre ela um frio sorriso com o mesmo olhar parado do começo da conversa - O que é isso? - Ela apoiou firme os pés no chão e tentou andar, em seu primeiro vacilante passo, caiu ao chão, Angele a ajudou a levantar e depois a conduziu, a ajudando a andar devagarinho, pouco a pouco Jullieth já havia dado dez passos sem cair... Uma mulher que estava levando um chá para um homem na mesma sala que ela, a viu andando com a ajuda da garotinha Angele...
- Santo Cristo!! - Ela berrou derrubando a bandeja com tudo em cima, deixando que caíssem e quebrassem no chão. A mulher saiu correndo e poucos minutos depois voltou... Com mais vinte e cinco pessoas atrás dela, encarando Jullieth, isso a apavorou, ela soltou as mãos da Angele e ficou parada, em pé, olhando para todos sem saber o que fazer, esperava não ser perturbada por nada em sua cabeça que a ordenasse que atacasse alguém - Eu disse, eu lhes disse! - Falou a mulher olhando para todos - A Jullieth Taylor estava andando sozinha, vacilante e aqui mesmo! Neste chão! - Todos a aplaudiram
| Gisele |
- Mas eu não estava andando sozinha... Eu... Foi a Angele! - Ela apontou para o lado, mas nada Gisele via, com todas aquelas pessoas atrás dela e podia ouvir cada uma murmurar que não havia nada ali, ou gemer com decepção... - Mas... - Dizia a menina mais uma vez, Gisele era incapaz de entender o que ela dissera, então apenas sorriu, aproximou-se da jovem menina e disse
- Estamos todos muito felizes por você ter conseguido andar, Deus finalmente lhe abençoou com essa dádiva - E a abraçou, Jullieth ficou um tanto confusa com essa repentina demonstração de afeto, vinda da Gisele, que apenas fazia o que lhe mandassem lá. E nunca, nunca em sua vida demonstrara afeto à ninguém
- Ela - começou a falar a Angele por trás da moça - Esta mulher é casada com um homem que está internado aqui...
- Hum? - Jullieth queria saber porque diabos Angele havia dito aquilo... Não acrescentava nada à ela
- E eles se amam mais que tudo, mas ele está morrendo, não há mais cura para o que ele tem - Ela continuava com uma expressão interrogativa... Que boba, ela - Diga apenas que sabe o que o marido dela tem, e que reza por melhoras dele
- O que?
- O que foi, querida? - Perguntou a Gisele, com lágrimas nos olhos
- O que a Angele disse não fez sentido - A menina fez um gesto para que ela dissesse o que ela mandou - Mas esquece isso, eu tenho uma coisa à dizer... Eu sei o que o seu marido tem e... Espero que ele melhore, realmente queria que ele melhorasse disso, mesmo que não haja mais cura...
- Você é uma boa menina, Jullieth - Ela a abraçou de novo, a sala já estava quase deserta, não tinha quase ninguém ali, vai ver cansaram de ver o milagre, que não foi um milagre, foi a mágica da menininha... A Angele - Uma boa menina - Ela repetiu chorando... A Jullieth olhou para a sua cadeira ficou feliz em ver que ela estava vazia
Finalmente a mulher gorda e ruiva que trabalhava na cozinha soltou a moça da Angele, agora ela poderia levá-la para correr... Para pular e caminhar... Por enquanto. Gisele saiu da sala, comovida com tudo aquilo, ainda em prantos e fungando pelo nariz... Fechou a porta
- Agora tente andar sozinha - Disse a Angele
E Jullieth caminhava pela sala, com seus passos vacilantes, mas pôde rodá-la toda, caminhar de um lado para o outro, contando cada um dos 163 passos que deu... Tudo aquilo estava alegrando Angele, ela estava muito feliz em ver o começo de tudo de novo, seus benefícios seriam maiores dessa vez...
20/11/2011
A revolução
| Os laços da sua família foram cortados |
Não me digam como ser
Eu não preciso disso
Não digam que eu estou errada
Pois eu sei que estou com a razão
Te cheira a motim?
Isso é uma revolta
Receba meu presente
É uma caixinha cheia de laços e ódio
Agora estamos num protesto
Você não tem ideia do que eu sou capaz
Ei, papai, não me subestime
Eu posso ser um monstro cruel quando quero
Minha pouca idade esconde minha experiência
Eu posso ser ingênua por fora
Mas saiba que respiro maldade
Fique com o recado
Isso te cheira a motim?
Estou prestes a começar uma revolução!
Não me pressionem, eu vou mudar as coisas
Não estamos no exército para receber ordens
O que se faz quando não tem poder?
O que se faz quando queremos mudar?
O que fazer? Eu lhes digo meus amigos
Eu lhes digo que é um motim
Para todos vocês que me trancaram
Eu lhes entrego a vingança!
Para todos aqueles que em mim mandaram
E não têm mais minha confiança
Cansei de falar com você!
Cansei de te obedecer!
Que comece a guerra
Sim, querida família, isso é um motim
Te cheira a revolta?
Acabo de fazer uma revolução!
Olhe para fora e veja ao redor
Você não tem mais tanto poder, tem?
18/11/2011
E eles ainda usam Deus como desculpa
Eu acredito em Deus, acredito e o adoro, mas sabe o que é muita sacanagem? Fanáticos religiosos que tem seus preconceitos filhos da puta e o usam como desculpa para isso. Se o seu Deus não aceita góticos, gays, tatuados, pessoas que gostam de sexo, pessoas que gostam de Heavy Metal... E por aí vai, mas se o seu Deus não aceita essas pessoas, eu acho que vai valer muito mais a pena você ir pro inferno sem que o capeta tenha preconceitos contra você do que ficar num paraíso com um deus preconceituoso... Pelo menos se deus realmente fosse assim eu preferiria ir pro inferno. Que bom que ele não é realmente desse jeito.
Então vira um fanático religioso e preconceituoso desses pra você e diz "Ah, mas aquelas mulheres que ficam se beijando no meio da rua... Elas são muito nojentas... Deus não aprovaria isso..." E você por acaso é Deus pra estar dizendo que ele não aprova isso?? Você sabe o que ele pensa? Use Hitler como exemplo, você acha que ele era de Deus? "Ah, mas é caro que não!" A mulher vai dizer, provavelmente já se ajeitando toda e se tremendo "Aquele homem matou milhões de pessoas inocentes! Ele foi um monstro!" E você julga sem conhecer milhares de pessoas inocentes! Você é um monstro, tia!! Aí a criatura tem que continuar a pregação! "Mas eu não matei ninguém!" Mesmo assim! Você está tendo um maldito preconceito contra pessoas que nem conhece, tal como fez HITLER! Foi o preconceito que desencadeou a segunda guerra mundial! A única diferença entre você e Hitler, é que Hitler foi um grande líder militar, e você é uma merdinha, e você é uma meleca no sapato dele...
Outra coisa que fanático religioso adora fazer é dizer que é pecado você ser fã de uma celebridade... Não! Não é pecado, isso não é "Idolatria". Na verdade, você só admira o trabalho de outra pessoa, acha ela linda e talentosa, simples assim. Você é fã do Slipknot? Você é fã do Evanescence? Seja! Deus não deve ter nada contra quem curte rock. É que esses caras ficam pensando também, que todo mundo que mostra a mão chifrada (\m/) Tá prestando adoração ao diabo... E não! Isso hoje é principalmente um cumprimento do Heavy Metal! Quem faz isso geralmente é quem curte bandas pesadas, não é quem curte o capeta! (Quem curte o capeta também, mas tem mais gente que curte Heavy Metal do que gente que curte o demônio no mundo -k) Então, se alguém faz esse gesto em uma foto, você não seja filho da puta estraga prazeres de olhar pra a cara do cara e dizer "Ah, vai fazer esse símbolo do diabo pra a foto?" Não é o símbolo do Diabo, seu retardado, é um cumprimento de Heavy Metal, vem cá... Se vocês gostam tanto de Deus, POR QUE FAZEM DE NOSSAS VIDAS UM INFERNO????
Então vira um fanático religioso e preconceituoso desses pra você e diz "Ah, mas aquelas mulheres que ficam se beijando no meio da rua... Elas são muito nojentas... Deus não aprovaria isso..." E você por acaso é Deus pra estar dizendo que ele não aprova isso?? Você sabe o que ele pensa? Use Hitler como exemplo, você acha que ele era de Deus? "Ah, mas é caro que não!" A mulher vai dizer, provavelmente já se ajeitando toda e se tremendo "Aquele homem matou milhões de pessoas inocentes! Ele foi um monstro!" E você julga sem conhecer milhares de pessoas inocentes! Você é um monstro, tia!! Aí a criatura tem que continuar a pregação! "Mas eu não matei ninguém!" Mesmo assim! Você está tendo um maldito preconceito contra pessoas que nem conhece, tal como fez HITLER! Foi o preconceito que desencadeou a segunda guerra mundial! A única diferença entre você e Hitler, é que Hitler foi um grande líder militar, e você é uma merdinha, e você é uma meleca no sapato dele...
Outra coisa que fanático religioso adora fazer é dizer que é pecado você ser fã de uma celebridade... Não! Não é pecado, isso não é "Idolatria". Na verdade, você só admira o trabalho de outra pessoa, acha ela linda e talentosa, simples assim. Você é fã do Slipknot? Você é fã do Evanescence? Seja! Deus não deve ter nada contra quem curte rock. É que esses caras ficam pensando também, que todo mundo que mostra a mão chifrada (\m/) Tá prestando adoração ao diabo... E não! Isso hoje é principalmente um cumprimento do Heavy Metal! Quem faz isso geralmente é quem curte bandas pesadas, não é quem curte o capeta! (Quem curte o capeta também, mas tem mais gente que curte Heavy Metal do que gente que curte o demônio no mundo -k) Então, se alguém faz esse gesto em uma foto, você não seja filho da puta estraga prazeres de olhar pra a cara do cara e dizer "Ah, vai fazer esse símbolo do diabo pra a foto?" Não é o símbolo do Diabo, seu retardado, é um cumprimento de Heavy Metal, vem cá... Se vocês gostam tanto de Deus, POR QUE FAZEM DE NOSSAS VIDAS UM INFERNO????
16/11/2011
Um recomeço
Acordei durante a noite e voltei à minha forma humana e comecei a sacudir a Laura
- Ei, garota! Acorda!! - Ela abriu os olhos espantada
- O que? O que foi??
- Vamos, a gente tem que continuar andando, não vamos ficar aqui durante a noite, esse prédio pode desabar!
Eu desci todos os andares do prédio e depois tive que esperá-la... Humanos são realmente lerdos! Quase tão lerdos quanto os zumbis, mas finalmente ela conseguiu descer as escadas sem que eu precisasse buscá-la "Finalmente" Pensei "Essa pequena mentecapta está começando a me incomodar de verdade". Continuamos o caminho sem dizer uma palavra, no meio dos zumbis eu esmurrava os que tentavam atacá-la por trás, arrancando assim suas cabeças podres e deformadas e as atirando no primeiro obstáculo que viesse e as espatifaria, o que normalmente era a cabeça de outro zumbi, mas às vezes também era um muro ou a parede de um prédio antigo, enquanto isso, ela abria caminho exterminando com a minha estaca de madeira todos os zumbis à nossa frente.
Finalmente chegamos à uma floresta, onde tudo era mais tranquilo... Sem zumbis, sem sangue escorrendo, e sem a Laura suar feito uma porca me fazendo sentir o maldito cheiro de seu sangue
- Está segura. Eu vou procurar um galho pra ficar de cabeça pra baixo essa noite, graças à você, vou ter que dormir como um morcego - Me virei e já ia procurar uma árvore em que eu pudesse ficar, mas ela me segurou pelo braço e disse
- Carmen, por que você me odeia? - Congelei
- Eu... Eu não te odeio...
- É claro que me odeia, tem sido estúpida comigo desde que nos conhecemos!
- Eu só estava irritada porque você entrou na minha casa sem permissão
- E ontem à noite estava sendo má, rabugenta e grosseira de novo!
- Ora, é porque... Eu não estava sendo má!
- Você sabe do que eu estou falando!
- Tá legal, é que eu não gosto de humanos, tá legal? É que os humanos se deixaram virar zumbis, que atraíram os meus amigos a beber o sangue deles e mataram-nos asfixiados, outros humanos ainda impedem que os vampiros parem com o vício no sangue deles querendo ser transformados ou ficar perto do vampiro, a garota se descontrola e quando encontra um zumbi, nem tenta lutar contra essa força...
- Me conta melhor a história
- Estávamos no ano de 1414, bons tempos eram aqueles em que as mulheres eram ditas como bonitas pelo seu sorriso e não pelos seus peitos - Ela riu, não pude evitar de me sentir lisonjeada por ter sido engraçada e sorrir para ela enquanto continuava a minha história - Eu ia fazer 15 anos de idade, achava que já sabia das coisas porque tinha me tornado "gente grande". Então conheci um vampiro, o Vlad, não houve romance, ficamos muito amigos, apenas isso e ele me disse um dia que não poderíamos mais andar juntos se eu ainda fosse humana, porque não se controlava bem e não queria me machucar, então eu disse que ele podia me transformar... Eu pensava até onde eu iria por um amigo... Mas não sabia que minha perspectiva ia mudar por completo à partir daí... Eu não sabia o que era se controlar até descobrir que tinha matado os meus próprios pais. Com o tempo, fui adquirindo auto-controle, mas não o suficiente para parar de beber sangue humano, apenas para me controlar em público... E à medida que fui envelhecendo percebi o quanto os humanos são bobos e quanto valor eles dão a coisas tão inúteis... E quanto valor eles dão às pessoas que morrem, as pessoas vem e vão e eles ainda não entenderam que a morte não é nada... Minha vida ia bem, até que ocorreu o apocalipse zumbi, eu conseguia me controlar enquanto lesse Orgulho e preconceito, ponta a ponta para passar o tempo... Mas, não, percebi isso quando você entrou na minha casa, então admito que te julguei injustamente como burra, aproveitadora, chata e egocêntrica, você não é nada disso, é apenas frágil e fraquinha como qualquer outro humano, mas é com certeza muito amigável.
- Nossa, que... História emocionante a sua... Parece tão legal poder ver as décadas passarem... Sem ter que matar zumbis para sobreviver, sabendo quanto tempo se passou e... Eu nem sei direito a minha idade, os dias e datas quase não existem mais e...
- Mas agora eu quero saber a sua história! - Falei sorrindo
- O que?
- Vai, me conta onde nasceu, como cresceu, você já sabe quase tudo de mim, mas eu não sei absolutamente nada de você
- Bem... Eu nasci no meio desse apocalipse e na hora do parto, a minha mãe foi infectada então o meu pai me criou sozinha, aos seis anos eu tive que aprender a sobreviver sem mais ninguém porque um vampiro matou o meu pai... Então eu fui crescendo nesse ritmo violento, hoje tenho medo de quase tudo, mas não deixo que ele me atrapalhe no que eu tenho que fazer, a minha história é curta, mas é triste, e o pior de tudo é que ela é verdadeira...
- Agora já sabe o que temos que fazer... - Ela me olhou confusa - Acho que devíamos continuar unindo nossas forças para deter os zumbis, mas...
- Sem nos odiarmos?
- É... Sem ressentimentos, então? - Ela soltou o meu braço e sorriu
- Temos que encontrar um galho bem firme pra você dormir então
Então pela primeira vez em vinte anos, eu dei risada, quase gargalhei, porque agora eu tinha uma amiga, que era algo que eu não via na minha vida à quase trinta anos...
- Ei, garota! Acorda!! - Ela abriu os olhos espantada
- O que? O que foi??
- Vamos, a gente tem que continuar andando, não vamos ficar aqui durante a noite, esse prédio pode desabar!
Eu desci todos os andares do prédio e depois tive que esperá-la... Humanos são realmente lerdos! Quase tão lerdos quanto os zumbis, mas finalmente ela conseguiu descer as escadas sem que eu precisasse buscá-la "Finalmente" Pensei "Essa pequena mentecapta está começando a me incomodar de verdade". Continuamos o caminho sem dizer uma palavra, no meio dos zumbis eu esmurrava os que tentavam atacá-la por trás, arrancando assim suas cabeças podres e deformadas e as atirando no primeiro obstáculo que viesse e as espatifaria, o que normalmente era a cabeça de outro zumbi, mas às vezes também era um muro ou a parede de um prédio antigo, enquanto isso, ela abria caminho exterminando com a minha estaca de madeira todos os zumbis à nossa frente.
Finalmente chegamos à uma floresta, onde tudo era mais tranquilo... Sem zumbis, sem sangue escorrendo, e sem a Laura suar feito uma porca me fazendo sentir o maldito cheiro de seu sangue
- Está segura. Eu vou procurar um galho pra ficar de cabeça pra baixo essa noite, graças à você, vou ter que dormir como um morcego - Me virei e já ia procurar uma árvore em que eu pudesse ficar, mas ela me segurou pelo braço e disse
- Carmen, por que você me odeia? - Congelei
- Eu... Eu não te odeio...
- É claro que me odeia, tem sido estúpida comigo desde que nos conhecemos!
- Eu só estava irritada porque você entrou na minha casa sem permissão
- E ontem à noite estava sendo má, rabugenta e grosseira de novo!
- Ora, é porque... Eu não estava sendo má!
- Você sabe do que eu estou falando!
- Tá legal, é que eu não gosto de humanos, tá legal? É que os humanos se deixaram virar zumbis, que atraíram os meus amigos a beber o sangue deles e mataram-nos asfixiados, outros humanos ainda impedem que os vampiros parem com o vício no sangue deles querendo ser transformados ou ficar perto do vampiro, a garota se descontrola e quando encontra um zumbi, nem tenta lutar contra essa força...
- Me conta melhor a história
- Estávamos no ano de 1414, bons tempos eram aqueles em que as mulheres eram ditas como bonitas pelo seu sorriso e não pelos seus peitos - Ela riu, não pude evitar de me sentir lisonjeada por ter sido engraçada e sorrir para ela enquanto continuava a minha história - Eu ia fazer 15 anos de idade, achava que já sabia das coisas porque tinha me tornado "gente grande". Então conheci um vampiro, o Vlad, não houve romance, ficamos muito amigos, apenas isso e ele me disse um dia que não poderíamos mais andar juntos se eu ainda fosse humana, porque não se controlava bem e não queria me machucar, então eu disse que ele podia me transformar... Eu pensava até onde eu iria por um amigo... Mas não sabia que minha perspectiva ia mudar por completo à partir daí... Eu não sabia o que era se controlar até descobrir que tinha matado os meus próprios pais. Com o tempo, fui adquirindo auto-controle, mas não o suficiente para parar de beber sangue humano, apenas para me controlar em público... E à medida que fui envelhecendo percebi o quanto os humanos são bobos e quanto valor eles dão a coisas tão inúteis... E quanto valor eles dão às pessoas que morrem, as pessoas vem e vão e eles ainda não entenderam que a morte não é nada... Minha vida ia bem, até que ocorreu o apocalipse zumbi, eu conseguia me controlar enquanto lesse Orgulho e preconceito, ponta a ponta para passar o tempo... Mas, não, percebi isso quando você entrou na minha casa, então admito que te julguei injustamente como burra, aproveitadora, chata e egocêntrica, você não é nada disso, é apenas frágil e fraquinha como qualquer outro humano, mas é com certeza muito amigável.
- Nossa, que... História emocionante a sua... Parece tão legal poder ver as décadas passarem... Sem ter que matar zumbis para sobreviver, sabendo quanto tempo se passou e... Eu nem sei direito a minha idade, os dias e datas quase não existem mais e...
- Mas agora eu quero saber a sua história! - Falei sorrindo
- O que?
- Vai, me conta onde nasceu, como cresceu, você já sabe quase tudo de mim, mas eu não sei absolutamente nada de você
- Bem... Eu nasci no meio desse apocalipse e na hora do parto, a minha mãe foi infectada então o meu pai me criou sozinha, aos seis anos eu tive que aprender a sobreviver sem mais ninguém porque um vampiro matou o meu pai... Então eu fui crescendo nesse ritmo violento, hoje tenho medo de quase tudo, mas não deixo que ele me atrapalhe no que eu tenho que fazer, a minha história é curta, mas é triste, e o pior de tudo é que ela é verdadeira...
- Agora já sabe o que temos que fazer... - Ela me olhou confusa - Acho que devíamos continuar unindo nossas forças para deter os zumbis, mas...
- Sem nos odiarmos?
- É... Sem ressentimentos, então? - Ela soltou o meu braço e sorriu
- Temos que encontrar um galho bem firme pra você dormir então
Então pela primeira vez em vinte anos, eu dei risada, quase gargalhei, porque agora eu tinha uma amiga, que era algo que eu não via na minha vida à quase trinta anos...
15/11/2011
Bandas coloridas
Posso falar uma coisa? Não tenho nada contra esses retardados do restart e outras bandas fazerem suas musiquinhas idiotas e também não ligo que eles façam sucesso com isso! Não vou chamar eles de viados porque isso seria ofensivo... Aos viados. Sabe o que me incomoda de verdade? É que eles denominem essas músicas idiotas como rock! (E não quero que vocês pensem que eu não sei do que estou falando, tentei ouvir restart ano passado e juro que me surpreendi pelos meus ouvidos não terem sangrado diante de tamanha falta de talento).
Como eles têm a audácia de dizerem que tocam rock?? Quer dizer, eles chamam essa droga de "Happy rock". Mas querem saber uma, restardados? ROCK DE VERDADE NUNCA FOI E NUNCA VAI SER ROSINHA NEON! E mais: Parem de comparar restart com os teletubies! Essa banda nunca vai chegar aos pés deles!!
Como eles têm a audácia de dizerem que tocam rock?? Quer dizer, eles chamam essa droga de "Happy rock". Mas querem saber uma, restardados? ROCK DE VERDADE NUNCA FOI E NUNCA VAI SER ROSINHA NEON! E mais: Parem de comparar restart com os teletubies! Essa banda nunca vai chegar aos pés deles!!
11/11/2011
O reencontro
Acordei e era noite de novo, peguei o meu livro e saí andando, deixando meu caixão ali encostado na árvore, exposto à qualquer coisa que o pudesse danificar... Comecei a caminhar pela floresta tranquilamente quando ela quase que magicamente acabou, de lá começou uma estrada com o chão rachado, de um lado a outro viam-se prédios altos quase que desmoronando, fios soltos de alta tensão... Uma cidade fantasma, ou melhor dizendo: Uma cidade zumbi.
Todos aqueles corpos contorcidos e mancando em todas as direções, agiam como se eu fosse um deles, pois não sentiam cheiro de carne humana em mim, mas eu sentia o cheiro de sangue neles... Minhas presas aumentaram cinco vezes de tamanho, já estavam passando dos lábios. Era como se eu estivesse me preparando para atacá-los, mas eu não queria, só sabia que a qualquer momento, eu acabaria voando em cima de um zumbi, mesmo que contra a minha vontade, eu tentei sair de lá, mas nenhum lugar que eu olhasse estava livre de zumbis, todos os lugares que eu identificava estava impestiado com aquele cheiro, e isso correria por quilômetros e mais quilômetros "Deus me odeia!" Pensei "Zumbis tinham que ser criaturas noturnas? Tinham? Só me responde isso! Tinham mesmo que agir à noite???" ÓTIMO! Agora eu estava falando comigo mesma, qual seria a próxima, pular de um penhasco? Eu comecei a correr, correr para todos os lados, mas haviam zumbis ali e ali, em toda parte, nesse momento
cheguei a quase duvidar que aquela seria a fase final do apocalipse zumbi, porém todos estavam rastejando, alguns nem andavam... Muitos morreriam dali a poucos dias. Entrei num prédio abandonado e, subindo as escadas deterioradas do local, pude chegar em poucos segundos ao 30º andar, para poder olhar de cima, para poder ver tudo, no telhado do prédio, então, senti um prazer macabro, um tipo de prazer assustador, pois ali podia ver toda aquela aglomeração longe de mim, abaixo de mim, rodeados pela maldita escuridão da noite "Perfeito" Pensei "Esse é o ligar perfeito para eu passar essa noite" O cheiro do sangue deles não chegava tão longe, o sangue dos zumbis tinham um cheiro um tanto leve, era muito suave para ser percebido pelo meu faro da distância que estava, era como se o cheiro deles se dissipasse no ar, desaparecesse completamente, acomodei-me onde estava, e retomei a leitura do meu livro, procurei a página em que eu estava antes de derrubá-lo no chão... Procurei... Procurei... Procurei... "Finalmente!" Pensei, prazerosa ao encontrá-la depois de tanto procurar.
Comecei a ler, não tinha nada que eu gostasse e que me distraísse mais que uma boa leitura, no caso, Orgulho e preconceito era a minha única opção, e exatamente o que eu escolheria se tivesse mais. O vento soprava no meu cabelo, e eu tinha a ligeira impressão de que aquele prédio estava começando a balançar também... E mais uma vez, nesse momento, encolhi os meus braços de medo, ainda segurando o livro aberto, marquei a página em que estava e o fechei, sabia que o prédio não estava balançando, e não cairia, mas eu sempre tive medo de altura, sem comentar que o prédio era velho, poderia desabar se zumbis resolvessem atacar a sua base... Ou não. Eu estava começando a ficar angustiada, abraçava o meu livro, cada vez mais apertado, cheguei a quase torcer a sua capa dura, mas parei no momento em que senti que o danificaria. Respirei fundo e fiquei olhando lá de cima, para o céu, a noite toda o vento batia na minha cara, e eu sentia que o prédio iria cair. Esperando a noite passar, e mais uma vez o dia se aproximava, o meu problema agora era encontrar um lugar para dormir... Sem meu caixão eu não me protegeria do sol, se eu descesse um andar, não seria seguro dormir, pois eu provavelmente, antes mesmo que pudesse perceber, beberia um zumbi e estaria me sufocando e morrendo em poucos segundos...
Encontrei, então, uma pequena caixa de papelão, embaixo dela, o sol com certeza não estaria batendo, metamorfoseei rapidamente em um rato, rastejei para dentro da caixa, é claro que eu poderia ter virado morcego também, mas naquele momento, uma ratazana seria mais conveniente e benéfico, a caixa estava escura, o sol não me queimaria lá dentro, me encolhi, deitada no canto direito e dormi como uma pedra.
Acordei então, com um barulho, alguém havia tropeçado em algo, o sol estava entrando de leve em um furo no canto superior da caixa, levantei-a de leve com a minha cabeça, o Sol não estava tão forte, certamente que não me queimaria se eu saísse...
- MAS QUE DROGA!! - Berrou a pessoa que caiu no chão, era humano também, eu podia sentir seu cheiro... Estava usando um capuz e uma calça jeans
Tomei de novo a minha forma original e me aproximei vagarosamente do indivíduo enquanto ele se levantava, ficou imóvel enquanto eu chegava perto dele, obviamente, havia pensado que eu era um zumbi e por isso fez o que fez: Ela cravou na minha costela uma estaca de madeira, se eu ainda fosse viva não teria mais dez segundos para expulsá-la do prédio, pois estaria caída no chão, chorando e sangrando com uma estaca presa em meu tórax, mas eu não estou mais viva... E a Laura percebeu isso quando viu que foi a mim que ela havia tentado matar
- Carmen? - Ela perguntou aterrorizada, arregalou os grandes olhos azuis e abaixou o capuz que estava por trás do cabelo loiro que estava preso em duas tranças
- Laura - Falei friamente, enquanto agarrava a estaca com a qual ela havia atravessado a minha costela, girei-a no sentido horário e retirei de meu corpo, em poucos segundos, a minha pele se regenerou, como se nunca tivessem cortado aquela região, apenas a minha blusa ficou rasgada - Não acha que já devia ter aprendido, menina, que alho, água benta, estacas de madeira e crucifixos não nos causam o menor efeito? Apenas a luz do sol é capaz de matar os vampiros. Então, o que veio fazer aqui?
- Bem... Eu... Eu não esperava te encontrar aqui, pensei que você fosse um deles e...
- Por que não está em casa?
- Por que...
- Eu saí daquela casa apenas para não te matar, por que você saiu dali?
- Ela... Ela pegou fogo!
- Sério? Não podia dar uma desculpa melhor? E pelo visto você entrou no meu quarto também, não é? - Apontei para a água benta que eu vi em seu cinto
- Não! Quer dizer... Sim! A sua casa foi atacada por zumbis enquanto eu estava sozinha e... Eles já tinham quebrado tudo atrás de mim, eu fui obrigada a arrombar a porta do seu quarto, me desculpe, Carmen! Eu estava apavorada, eu peguei tudo o que pude contra vampiros que podiam ser agressivos comigo e contra zumbis, mas, mas...
- Esquece! Agora que você não tem onde ficar eu sou responsável por você! Parabéns! Você acaba de me arranjar um peso para carregar por aí! Você é um espécime em extinção, uma humana, logo sua espécie vai acabar se ninguém tentar mantê-los vivos, eu vou te proteger do que precisar, mas não toque em mim, não fale comigo, não me olhe nos olhos, não pense em mim, está escutando?
- S... Sim
- E só mais uma coisa: Viajaremos durante a noite, aproveite o dia para dormir, só isso!
- Tá certo...
- Boa noite - Me transformei mais uma vez numa ratazana e entrei na caixa - E não quero saber de cortes ou ferimentos durante a viagem! - Completei
- Tá...
Depois de um tempo, consegui dormir de novo, ela provavelmente estava dormindo também, mas eu sabia que ela estava com raiva porque eu tinha uma caixa e ela não! Ela era uma invejosa! Como um maldito poodle loiro com olhos azul bebê que um dia resolverá roubar a caixa adorável de uma linda ratinha albina, ou de um fabuloso morcego, ou ainda de uma cadelinha ruiva com olhos acinzentados (Que, no caso, seria a minha forma humana) ah, como eu desprezo esse poodle!!
Todos aqueles corpos contorcidos e mancando em todas as direções, agiam como se eu fosse um deles, pois não sentiam cheiro de carne humana em mim, mas eu sentia o cheiro de sangue neles... Minhas presas aumentaram cinco vezes de tamanho, já estavam passando dos lábios. Era como se eu estivesse me preparando para atacá-los, mas eu não queria, só sabia que a qualquer momento, eu acabaria voando em cima de um zumbi, mesmo que contra a minha vontade, eu tentei sair de lá, mas nenhum lugar que eu olhasse estava livre de zumbis, todos os lugares que eu identificava estava impestiado com aquele cheiro, e isso correria por quilômetros e mais quilômetros "Deus me odeia!" Pensei "Zumbis tinham que ser criaturas noturnas? Tinham? Só me responde isso! Tinham mesmo que agir à noite???" ÓTIMO! Agora eu estava falando comigo mesma, qual seria a próxima, pular de um penhasco? Eu comecei a correr, correr para todos os lados, mas haviam zumbis ali e ali, em toda parte, nesse momento
| Todos os andares desse jeito |
Comecei a ler, não tinha nada que eu gostasse e que me distraísse mais que uma boa leitura, no caso, Orgulho e preconceito era a minha única opção, e exatamente o que eu escolheria se tivesse mais. O vento soprava no meu cabelo, e eu tinha a ligeira impressão de que aquele prédio estava começando a balançar também... E mais uma vez, nesse momento, encolhi os meus braços de medo, ainda segurando o livro aberto, marquei a página em que estava e o fechei, sabia que o prédio não estava balançando, e não cairia, mas eu sempre tive medo de altura, sem comentar que o prédio era velho, poderia desabar se zumbis resolvessem atacar a sua base... Ou não. Eu estava começando a ficar angustiada, abraçava o meu livro, cada vez mais apertado, cheguei a quase torcer a sua capa dura, mas parei no momento em que senti que o danificaria. Respirei fundo e fiquei olhando lá de cima, para o céu, a noite toda o vento batia na minha cara, e eu sentia que o prédio iria cair. Esperando a noite passar, e mais uma vez o dia se aproximava, o meu problema agora era encontrar um lugar para dormir... Sem meu caixão eu não me protegeria do sol, se eu descesse um andar, não seria seguro dormir, pois eu provavelmente, antes mesmo que pudesse perceber, beberia um zumbi e estaria me sufocando e morrendo em poucos segundos...
Encontrei, então, uma pequena caixa de papelão, embaixo dela, o sol com certeza não estaria batendo, metamorfoseei rapidamente em um rato, rastejei para dentro da caixa, é claro que eu poderia ter virado morcego também, mas naquele momento, uma ratazana seria mais conveniente e benéfico, a caixa estava escura, o sol não me queimaria lá dentro, me encolhi, deitada no canto direito e dormi como uma pedra.
Acordei então, com um barulho, alguém havia tropeçado em algo, o sol estava entrando de leve em um furo no canto superior da caixa, levantei-a de leve com a minha cabeça, o Sol não estava tão forte, certamente que não me queimaria se eu saísse...
- MAS QUE DROGA!! - Berrou a pessoa que caiu no chão, era humano também, eu podia sentir seu cheiro... Estava usando um capuz e uma calça jeans
Tomei de novo a minha forma original e me aproximei vagarosamente do indivíduo enquanto ele se levantava, ficou imóvel enquanto eu chegava perto dele, obviamente, havia pensado que eu era um zumbi e por isso fez o que fez: Ela cravou na minha costela uma estaca de madeira, se eu ainda fosse viva não teria mais dez segundos para expulsá-la do prédio, pois estaria caída no chão, chorando e sangrando com uma estaca presa em meu tórax, mas eu não estou mais viva... E a Laura percebeu isso quando viu que foi a mim que ela havia tentado matar
- Carmen? - Ela perguntou aterrorizada, arregalou os grandes olhos azuis e abaixou o capuz que estava por trás do cabelo loiro que estava preso em duas tranças
- Laura - Falei friamente, enquanto agarrava a estaca com a qual ela havia atravessado a minha costela, girei-a no sentido horário e retirei de meu corpo, em poucos segundos, a minha pele se regenerou, como se nunca tivessem cortado aquela região, apenas a minha blusa ficou rasgada - Não acha que já devia ter aprendido, menina, que alho, água benta, estacas de madeira e crucifixos não nos causam o menor efeito? Apenas a luz do sol é capaz de matar os vampiros. Então, o que veio fazer aqui?
- Bem... Eu... Eu não esperava te encontrar aqui, pensei que você fosse um deles e...
- Por que não está em casa?
- Por que...
| O que faz os humanos pensarem que isso iria nos matar pelo amor de deus? |
- Ela... Ela pegou fogo!
- Sério? Não podia dar uma desculpa melhor? E pelo visto você entrou no meu quarto também, não é? - Apontei para a água benta que eu vi em seu cinto
- Não! Quer dizer... Sim! A sua casa foi atacada por zumbis enquanto eu estava sozinha e... Eles já tinham quebrado tudo atrás de mim, eu fui obrigada a arrombar a porta do seu quarto, me desculpe, Carmen! Eu estava apavorada, eu peguei tudo o que pude contra vampiros que podiam ser agressivos comigo e contra zumbis, mas, mas...
- Esquece! Agora que você não tem onde ficar eu sou responsável por você! Parabéns! Você acaba de me arranjar um peso para carregar por aí! Você é um espécime em extinção, uma humana, logo sua espécie vai acabar se ninguém tentar mantê-los vivos, eu vou te proteger do que precisar, mas não toque em mim, não fale comigo, não me olhe nos olhos, não pense em mim, está escutando?
- S... Sim
- E só mais uma coisa: Viajaremos durante a noite, aproveite o dia para dormir, só isso!
- Tá certo...
| ELA ESTAVA COM INVEJA DA MINHA CAIXINHA E QUERIA SÓ PRA ELA TÁ!! MAS EU SAQUEI O PLANO MALIGNO DELA |
- Tá...
Depois de um tempo, consegui dormir de novo, ela provavelmente estava dormindo também, mas eu sabia que ela estava com raiva porque eu tinha uma caixa e ela não! Ela era uma invejosa! Como um maldito poodle loiro com olhos azul bebê que um dia resolverá roubar a caixa adorável de uma linda ratinha albina, ou de um fabuloso morcego, ou ainda de uma cadelinha ruiva com olhos acinzentados (Que, no caso, seria a minha forma humana) ah, como eu desprezo esse poodle!!
06/11/2011
Teólogos acreditam que podemos ter “irmãos em Cristo” alienígenas
Um evento teológico na cidade de Orlando, na Flórida, discutiu sob o ponto de vista da Bíblia a possibilidade de vida extraterrestre. O simpósio “100 Year StarShip” discutiu temas ligados às viagens espaciais planejadas para o futuro e abordou a possibilidade de vida inteligente fora da Terra.
| José Gabriel Funes |
“Como você pode excluir a possibilidade de que a vida se desenvolveu em outro lugar? Do mesmo modo que há uma multiplicidade de criaturas na Terra, pode haver outros seres, até mesmo inteligentes, criados por Deus”, afirmou o astrônomo José Gabriel Funes, diretor do Observatório do Vaticano. Ele afirmou em entrevista há alguns anos que a Igreja Católica não via problemas em relação à possibilidade de existir vida inteligente em outros planetas do universo: “Os astrônomos acreditam que o universo é composto de 100 bilhões de galáxias, cada uma das quais possui bilhões de estrelas. Muitas dessas, ou a maioria, poderiam ter planetas habitados. Isso não contradiz nossa fé, pois não podemos colocar limites à liberdade criadora de Deus. Se consideramos criaturas terrestres como ‘irmão’ e ‘irmã’, por que não poderíamos falar também de um ‘irmão extraterrestre’?”.
A discussão sobre esse assunto acontece há bastante tempo. Uma das dúvidas que surgiram durante o evento está ligada à forma que teólogos e líderes religiosos reagiriam a um possível anúncio de descoberta de vidas extraterrestres. “Depende do que você entende por comunidade religiosa. Se você está falando sobre os teólogos saiba que eles, de tempos em tempos, abordam a questão da existência de outros mundos com seres inteligentes como parte da criação de Deus. Acredite ou não, isso vem acontecendo há 800 anos,” afirmou Ted Peters, teólogo e professor no Seminário Teológico Luterano do Pacífico e no Seminário de Graduação Union, e que também é escritor e publicou diversos livros sobre o assunto.
| Ted Peters |
Ted Peters foi além e afirmou que o assunto é tratado de forma séria, conforme as descobertas da ciência avançam. “Eu conheço vários jesuítas que trabalham no observatório do Vaticano e eles são cientistas sérios que estão a tentar responder à questão da possibilidade de inteligência extraterrestre”, afirmou Peters, que está coordenando uma pesquisa sobre o assunto entre pessoas que creem em Deus. Segundo conclusões parciais de sua pesquisa, “as pessoas de muitas denominações diferentes, acreditam que a realidade da vida extraterrestre não faria mal à sua fé”.
Sobre os pesquisadores do Vaticano, Peters ressaltou: “teologicamente, eles acreditam que a criação de Deus é imensa e que outros seres inteligentes seriam criaturas do mesmo Deus que conhecemos, pois só há um Deus.”
Informações de: http://www.mundo-ufo.com/
02/11/2011
A fuga
- Eu... Ahn... Eu... - Ela estava apavorada, para o bem dela achava melhor ela acabar com esse medo, o cheiro do sangue dela estava mais forte, eu queria muito beber sangue humano e não querer ser a responsável por um grande passo na direção da extinção humana já não me parecia mais um motivo para não atacar ali e naquele momento o pescoço dela
- Está infectada? O que está fazendo na minha casa? Eu te fiz uma pergunta e quero que me responda antes que eu mude de idéia e acabe com o seu sangue em menos de dez segundos! - Ela começou a chorar
- Eu não sei! Eu estava fugindo dos zumbis, sua porta tava aberta, eu queria me esconder!
- Saia daqui agora!
- Não! - Ela estava chorando mais alto ainda, iria atrair os zumbis todos para a minha casa! - Se me por pra fora eu vou morrer!! - O que seria exatamente como se eu a atacasse, mas assim eu não sugaria cada gota de sangue de suas veias em meu benefício - Eu não sei lutar!! Eu só preciso de um abrigo, eu não tenho casa!! - Eu suspirei desapontada comigo mesma pelo que eu ia fazer, sabendo que seria uma das maiores besteiras da minha vida
- Qual o seu nome? - Perguntei com indiferença
- Laura
- Sou a Carmen, você pode ficar aqui, mas há três regras: Primeira: Não toque em nada. Segunda: Fique longe do meu quarto. Terceira e última: Não tenho quarto de hóspedes, então você vai dormir no sofá. Agora, seguindo a segunda regra - Eu pus a mão nas costas dela e comecei a conduzi-la até a porta do quarto - Saia do meu quarto antes que o cheiro do seu sangue o impestie de vez
- Minha nossa! Você não sabe como estou agradecia à você! Qualquer coisa que precise é só pedir, sério! Eu sou muito...
- Cai fora - Bati a porta na cara dela e depois tranquei
- Muito obrigada mesmo, Carmen - A voz dela saía meio abafada pelo outro lado da porta, ela finalmente desceu as escadas e me permitiu respirar ar puro
Sei que pode parecer maldade o modo como eu a tratei, mas eu não fui com a cara dela, eu não gostei dela, pois percebi que ela é bisbilhoteira e entrona. Ainda fui boazinha e a deixei morar na minha casa, sem que isso seja um plano para atacá-la na próxima noite. Eu apenas queria conservar vivo um espécime em extinção e acho que não é pedir demais que ela respeite as regras e não fale comigo, tipo nunca. Eu fui sair pela janela, ela é de madeira e está sempre fechada, por isso às vezes esqueço que ela fica ali, mas é muito útil para sair de casa quando quero caçar animais e passear, antes, resolvi ordená-la:
- Tranca a porta da frente! - Berrei um pouco antes de saltar pela janela
Passeando pela floresta, eu olhava as árvores, gostava de sentir a noite me fortificando, me energizando, gostava de sentir seus ventos frios sobre minha seca pele, nenhum zumbi por perto... "Ótimo" Pensei "Tenho que admitir a mim mesma: Depois dessa epidemia a Transilvânia nunca mais será a mesma... O mundo nunca mais será o mesmo!" Os meus pais haviam me ensinado quando eu era pequena que vampiros não eram bons, e que não era bom ser um vampiro, e para eu não chegar perto deles, mas aos 16 anos eu quis dar uma de adolescente-rebelde-e-super-fodona e virei uma vampira, agora é isso! Tô me fodendo para superar o vício em sangue de gente.
O sol começou a sair vagarosamente, antes que começasse a me queimar, resolvi voltar pra casa, entrei pela própria janela mesmo, deviam ser umas cinco e quarenta da manhã, mas afinal, será que em uma época
como aquela ainda existiam horários? Duvido muito. Recostei no meu caixão, como não havia notado como estava cansada? O dia realmente me deixava sonolenta, eu só esperava realmente que a Laura não tivesse revirado a casa de ponta-cabeça. Comecei a dormir, e voltei a sonhar com os bons e velhos tempos, com a minha mãe e o meu pai vivos... De como apenas respiravam fundo ao invés de gritar comigo, de como cheiravam, de como eram doces, por isso foi tão bom bebê-los, não sei se foi por isso ou se foi por eles terem sido as primeiras pessoas com as quais eu me saciei... Me lembrava naquele sonho exatamente da sensação, o cheiro do sangue deles, o momento em que corri para perto, agarrei o pulso deles e antes que pudessem reagir... Eu abri os olhos, e realmente estava com um braço nas mãos, ainda não o havia mordido, mas... Era a Laura e ela ainda estava dormindo, por sorte não teve o horror de olhar na minha direção e ver minhas enormes presas quase cravadas em sua pele. "Meu Deus!" Pensei "Se for para conservá-la viva e humana assim, a melhor coisa a fazer seria ficar longe dela, mais longe ainda... Mas não posso expulsá-la ou ela será devorada por zumbis..." Não acredito que iria fazer aquilo
***
"Não acredito que fui expulsa da minha própria casa por uma maldita humana!!" Berrei em minha cabeça enquanto saía pela janela sem que a pobre nem notasse a minha ausência. Agora estava acabado, eu me via simplesmente sozinha tendo que sobreviver à tentação de devorar qualquer zumbi que fosse, não sei se isso era possível, mas um medo que sempre me assombrou foi encontrar um dia um zumbi que foi transformado em vampiro também, mesmo que não existisse, e se já existiu foi morto pela luz do sol, eu tinha medo de encontrar um desses, pois seria obrigada a lutar corpo a corpo contra ele e não resistiria a uma gota de seu sangue suculento! Mas ali estava eu, andando pela floresta, com apenas a alça do meu caixão nas mãos, e dentro dele, nada mais que a melhor história já escrita na face da terra, sentimento e pessoas, exatamente, meu livro.
No momento em que minhas pernas cansaram e mais uma vez o sol estava quase clareando minha doce escuridão, eu encontrei uma árvore firme o suficiente para deixar o meu caixão encostado aquele dia. O apoiei no seu tronco grosso, escuro, quase negro, cheio de farpas, ele parecia se enrolar em si mesmo, abri o meu caixão, entrei, e aquela foi a primeira vez que eu dormi com meu livro em mãos, pouco antes de adormecer, percebi que não poderia levar o meu caixão comigo o caminho todo, o meu livro iria, sempre, mas o meu caixão ocupava muito espaço e fazia muito peso, e teria que ser deixado de lado...
| Nhac! |
- Eu não sei! Eu estava fugindo dos zumbis, sua porta tava aberta, eu queria me esconder!
- Saia daqui agora!
- Não! - Ela estava chorando mais alto ainda, iria atrair os zumbis todos para a minha casa! - Se me por pra fora eu vou morrer!! - O que seria exatamente como se eu a atacasse, mas assim eu não sugaria cada gota de sangue de suas veias em meu benefício - Eu não sei lutar!! Eu só preciso de um abrigo, eu não tenho casa!! - Eu suspirei desapontada comigo mesma pelo que eu ia fazer, sabendo que seria uma das maiores besteiras da minha vida
- Qual o seu nome? - Perguntei com indiferença
- Laura
| A porta do meu quarto, usei a mesma madeira que foi usada para construir a minha casa, mas só nessa porta '-' |
- Minha nossa! Você não sabe como estou agradecia à você! Qualquer coisa que precise é só pedir, sério! Eu sou muito...
- Cai fora - Bati a porta na cara dela e depois tranquei
- Muito obrigada mesmo, Carmen - A voz dela saía meio abafada pelo outro lado da porta, ela finalmente desceu as escadas e me permitiu respirar ar puro
Sei que pode parecer maldade o modo como eu a tratei, mas eu não fui com a cara dela, eu não gostei dela, pois percebi que ela é bisbilhoteira e entrona. Ainda fui boazinha e a deixei morar na minha casa, sem que isso seja um plano para atacá-la na próxima noite. Eu apenas queria conservar vivo um espécime em extinção e acho que não é pedir demais que ela respeite as regras e não fale comigo, tipo nunca. Eu fui sair pela janela, ela é de madeira e está sempre fechada, por isso às vezes esqueço que ela fica ali, mas é muito útil para sair de casa quando quero caçar animais e passear, antes, resolvi ordená-la:
- Tranca a porta da frente! - Berrei um pouco antes de saltar pela janela
Passeando pela floresta, eu olhava as árvores, gostava de sentir a noite me fortificando, me energizando, gostava de sentir seus ventos frios sobre minha seca pele, nenhum zumbi por perto... "Ótimo" Pensei "Tenho que admitir a mim mesma: Depois dessa epidemia a Transilvânia nunca mais será a mesma... O mundo nunca mais será o mesmo!" Os meus pais haviam me ensinado quando eu era pequena que vampiros não eram bons, e que não era bom ser um vampiro, e para eu não chegar perto deles, mas aos 16 anos eu quis dar uma de adolescente-rebelde-e-super-fodona e virei uma vampira, agora é isso! Tô me fodendo para superar o vício em sangue de gente.
O sol começou a sair vagarosamente, antes que começasse a me queimar, resolvi voltar pra casa, entrei pela própria janela mesmo, deviam ser umas cinco e quarenta da manhã, mas afinal, será que em uma época
| Com certeza não existiam horários, o último relógio do mundo, que muito provavelmente foi o da minha casa, havia parado de funcionar há sei lá, uns três meses... |
***
"Não acredito que fui expulsa da minha própria casa por uma maldita humana!!" Berrei em minha cabeça enquanto saía pela janela sem que a pobre nem notasse a minha ausência. Agora estava acabado, eu me via simplesmente sozinha tendo que sobreviver à tentação de devorar qualquer zumbi que fosse, não sei se isso era possível, mas um medo que sempre me assombrou foi encontrar um dia um zumbi que foi transformado em vampiro também, mesmo que não existisse, e se já existiu foi morto pela luz do sol, eu tinha medo de encontrar um desses, pois seria obrigada a lutar corpo a corpo contra ele e não resistiria a uma gota de seu sangue suculento! Mas ali estava eu, andando pela floresta, com apenas a alça do meu caixão nas mãos, e dentro dele, nada mais que a melhor história já escrita na face da terra, sentimento e pessoas, exatamente, meu livro.
| MEEEEU LIVRO (NHAAAAAAA) |
Assinar:
Comentários (Atom)

